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Acusados de matar Bruno e Dom são ouvidos nesta segunda-feira (8)

Os réus acusados de envolvimento nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Philips serão ouvidos nesta segunda-feira (8) pela Justiça Federal do Amazonas, por meio de videoconferência no município de Tabatinga. As audiências de instrução do caso estavam previstas para três semanas atrás, mas por conta de problemas na internet dos presídios e adiamento por parte da defesa tiveram que ser remarcadas.

Saiba mais:

Viúvas de Dom e Bruno voltam a Atalaia do Norte

Atualmente os réus Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira, e Jefferson da Silva Lima estão em presídios federais, localizados nos estados do Paraná e Mato Grosso. Os acusados seriam ouvidos no dia 17 de abril, por meio de videoconferência, mas a defesa dos réus solicitou o adiamento das oitivas alegando que precisariam ouvir os acusados de forma particular.

Nos primeiros cinco dias de audiência, em abril deste ano, foram ouvidas nove pessoas entre testemunhas e informantes. Com as audiências em Tabatinga, a justiça busca definir se os acusados vão a júri popular.

 

Relembre o caso

Bruno e Dom desapareceram no dia 5 de junho de 2022, quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em uma embarcação na comunidade de São Rafael e nunca chegaram ao destino deles, Atalaia do Norte.

Os dois foram foram mortos a tiros e os corpos foram esquartejados, queimados e enterrados. Segundo a PF, Bruno foi atingido por três disparos e Dom no tórax. Os restos mortais dos dois foram encontrados em 15 de junho.

Os acusados, Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira, o “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.

Além dos três acusados, no fim de janeiro, a PF apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, como o mandante dos homicídios. Colômbia está preso desde dezembro de 2022. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de droga.

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Os réus acusados de envolvimento nas mortes do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Philips serão ouvidos nesta segunda-feira (8) pela Justiça Federal do Amazonas, por meio de videoconferência no município de Tabatinga. As audiências de instrução do caso estavam previstas para três semanas atrás, mas por conta de problemas na internet dos presídios e adiamento por parte da defesa tiveram que ser remarcadas.

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Viúvas de Dom e Bruno voltam a Atalaia do Norte

Atualmente os réus Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira, e Jefferson da Silva Lima estão em presídios federais, localizados nos estados do Paraná e Mato Grosso. Os acusados seriam ouvidos no dia 17 de abril, por meio de videoconferência, mas a defesa dos réus solicitou o adiamento das oitivas alegando que precisariam ouvir os acusados de forma particular.

Nos primeiros cinco dias de audiência, em abril deste ano, foram ouvidas nove pessoas entre testemunhas e informantes. Com as audiências em Tabatinga, a justiça busca definir se os acusados vão a júri popular.

 

Relembre o caso

Bruno e Dom desapareceram no dia 5 de junho de 2022, quando faziam uma expedição para uma investigação na Amazônia. Eles foram vistos pela última vez em uma embarcação na comunidade de São Rafael e nunca chegaram ao destino deles, Atalaia do Norte.

Os dois foram foram mortos a tiros e os corpos foram esquartejados, queimados e enterrados. Segundo a PF, Bruno foi atingido por três disparos e Dom no tórax. Os restos mortais dos dois foram encontrados em 15 de junho.

Os acusados, Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa de Oliveira, o “Dos santos”, e Jefferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha”, foram presos suspeitos de cometerem os assassinatos.

Além dos três acusados, no fim de janeiro, a PF apontou Rubén Dario da Silva Villar, conhecido como “Colômbia”, como o mandante dos homicídios. Colômbia está preso desde dezembro de 2022. Ele chegou a ser solto após pagar uma fiança de R$ 15 mil, em outubro. A prisão foi decretada novamente pela Justiça Federal após ele descumprir condições impostas quando obteve liberdade provisória. Colômbia também é investigado por pesca ilegal e tráfico de droga.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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