Na manhã desta segunda (26/10), o Governo do Amazonas realizou reunião do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos para avaliar o cenário atual de queimadas e estiagem no estado. A Onda Digital falou com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), coronel Orleilso Muniz, sobre as próximas ações.
“O Corpo de Bombeiros realiza neste momento a maior operação de combate às queimadas de todos os tempos”, disse o coronel. “Somamos às estruturas que o Governo Federal mandou e temos 18 aeronaves em operação no momento, 1.498 homens operando em 36 municípios, além de 36 viaturas. É uma megaoperação”.
“Também estamos sendo impactados por incêndios do estado vizinho, o Pará, na fronteira, região de Óbidos, Juruti. Estamos monitorando via satélite e os incêndios no Pará são trazidos para cá por correntes de ar. Nosso trabalho, estamos fazendo. Novembro deverá ser mais um mês seco e desafiador, em Parintins por exemplo, não está chovendo, e o que acontece lá acaba repercutindo em Manaus. Teremos chuva nos próximos meses, o que nos ajuda, mas até meados de dezembro ainda teremos períodos alongados de seca, o que favorece às queimadas. E a grande maioria delas é produzida por pessoas”, completou o coronel.
Veja abaixo:
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Na manhã desta segunda (26/10), o Governo do Amazonas realizou reunião do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos para avaliar o cenário atual de queimadas e estiagem no estado. A Onda Digital falou com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), coronel Orleilso Muniz, sobre as próximas ações.
“O Corpo de Bombeiros realiza neste momento a maior operação de combate às queimadas de todos os tempos”, disse o coronel. “Somamos às estruturas que o Governo Federal mandou e temos 18 aeronaves em operação no momento, 1.498 homens operando em 36 municípios, além de 36 viaturas. É uma megaoperação”.
“Também estamos sendo impactados por incêndios do estado vizinho, o Pará, na fronteira, região de Óbidos, Juruti. Estamos monitorando via satélite e os incêndios no Pará são trazidos para cá por correntes de ar. Nosso trabalho, estamos fazendo. Novembro deverá ser mais um mês seco e desafiador, em Parintins por exemplo, não está chovendo, e o que acontece lá acaba repercutindo em Manaus. Teremos chuva nos próximos meses, o que nos ajuda, mas até meados de dezembro ainda teremos períodos alongados de seca, o que favorece às queimadas. E a grande maioria delas é produzida por pessoas”, completou o coronel.
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.
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