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Amazonas recebe prêmio nacional por uso de gás natural e Wilson Lima destaca potencial estratégico

Durante o reconhecimento do Amazonas pelo prêmio concedido ao projeto “Gás Natural do Amazonas como Indutor do Desenvolvimento Socioeconômico”, o governador Wilson Lima destacou a defesa do aproveitamento do gás natural e da mineração como vetores para o desenvolvimento econômico e a transição energética. A premiação foi entregue durante a abertura do Congresso Brasileiro de Minas e Energia (CBME 2025), na noite de segunda-feira (22/9) em Brasília.

O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes do setor de todos os estados brasileiros. Em seu pronunciamento, Lima disse:

“O gás natural e a mineração são importantes para o desenvolvimento econômico da nossa população, para a segurança alimentar do planeta e são fundamentais para a transição energética”.

O CBME 2025, realizado na segunda-feira e nesta terça-feira (23), em Brasília, reúne autoridades, especialistas e representantes de todos os estados brasileiros. Estiveram presentes autoridades nacionais e representantes do setor, como Marcelo Gomes, diretor do Departamento de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME); Daniel Maia Vieira, diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); Carlos Quintela, diretor da FGV Energia; Mauro Souza, diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM); Sandoval Feitosa, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); Márcio Félix, chairman do CBME; e Lino Cançado, presidente da Eneva.


Leia mais:

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Premiação

A premiação simboliza o avanço conquistado pelo Amazonas desde a quebra do monopólio do gás, em 2021, que permitiu maior competitividade e investimentos privados no setor. O destaque atual é o Complexo do Azulão, em Silves, considerado a maior reserva em terra (onshore) de gás natural do Brasil, com até 100 bilhões de metros cúbicos (m³). O empreendimento já recebeu R$ 5,8 bilhões em investimentos privados, gerou mais de 5 mil empregos e produz atualmente 480 milhões de m³ por mês, o que representa cerca de 9,3% da produção nacional.

O gás do Azulão também viabilizou a construção da primeira usina a gás natural do Norte do país, em Manaus, fruto de parceria com a Super Terminais. O empreendimento vai atender operações portuárias, reduzindo custos logísticos e emissões, com utilização do gás do interior do Estado.

Outro avanço estratégico é a integração energética entre Manaus e Boa Vista, que permitirá o envio da energia do Azulão para Roraima e sua conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A linha de transmissão de 500 quilovolt (kV), com 724 quilômetros de extensão e três subestações, vai pôr fim à dependência do diesel em Roraima, eliminando o tráfego diário de 120 caminhões-tanque. A partir de 2026, o Amazonas se tornará exportador de energia.

Além do gás, o Estado também tem investido em fontes renováveis, como a energia solar, que registrou crescimento de 528% entre 2021 e 2024. Atualmente, 48 municípios já contam com sistemas conectados, com R$ 250 milhões investidos até 2024, e outros R$ 200 milhões projetados para 2025, principalmente no interior.

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Durante o reconhecimento do Amazonas pelo prêmio concedido ao projeto “Gás Natural do Amazonas como Indutor do Desenvolvimento Socioeconômico”, o governador Wilson Lima destacou a defesa do aproveitamento do gás natural e da mineração como vetores para o desenvolvimento econômico e a transição energética. A premiação foi entregue durante a abertura do Congresso Brasileiro de Minas e Energia (CBME 2025), na noite de segunda-feira (22/9) em Brasília.

O evento reuniu autoridades, especialistas e representantes do setor de todos os estados brasileiros. Em seu pronunciamento, Lima disse:

“O gás natural e a mineração são importantes para o desenvolvimento econômico da nossa população, para a segurança alimentar do planeta e são fundamentais para a transição energética”.

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O gás do Azulão também viabilizou a construção da primeira usina a gás natural do Norte do país, em Manaus, fruto de parceria com a Super Terminais. O empreendimento vai atender operações portuárias, reduzindo custos logísticos e emissões, com utilização do gás do interior do Estado.

Outro avanço estratégico é a integração energética entre Manaus e Boa Vista, que permitirá o envio da energia do Azulão para Roraima e sua conexão ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A linha de transmissão de 500 quilovolt (kV), com 724 quilômetros de extensão e três subestações, vai pôr fim à dependência do diesel em Roraima, eliminando o tráfego diário de 120 caminhões-tanque. A partir de 2026, o Amazonas se tornará exportador de energia.

Além do gás, o Estado também tem investido em fontes renováveis, como a energia solar, que registrou crescimento de 528% entre 2021 e 2024. Atualmente, 48 municípios já contam com sistemas conectados, com R$ 250 milhões investidos até 2024, e outros R$ 200 milhões projetados para 2025, principalmente no interior.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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