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Cesta básica fica mais barata em Manaus e contraria alta registrada na maioria das capitais

O custo da cesta básica apresentou redução em Manaus no mês de dezembro de 2025, na contramão do movimento observado na maior parte do país. Dados divulgados na quinta-feira (8/1) pela Companhia Nacional de Abastecimento e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos apontam queda de 1,43% no valor do conjunto de alimentos na capital do Amazonas.

A Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preços da Cesta Básica de Alimentos mostra que, entre novembro e dezembro, os preços subiram em 17 capitais, caíram em nove e permaneceram estáveis em João Pessoa, na Paraíba. Além de Manaus, as reduções mais expressivas foram registradas em Porto Velho, Boa Vista, Rio Branco e Curitiba.

Enquanto isso, as maiores altas ocorreram em Maceió, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e Teresina. São Paulo segue liderando o ranking da cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 845,95. Já nas capitais das regiões Norte e Nordeste, onde a composição dos itens é diferente, os valores médios permanecem entre os mais baixos.

Entre os produtos que ajudaram a puxar o recuo do custo em várias capitais estão o leite integral, o açúcar, o café em pó e o óleo de soja. O arroz agulhinha, embora tenha registrado queda de preço em 23 das 27 capitais, apresentou aumento em Manaus, com variação positiva de 1,04%, segundo o levantamento. Já o café em pó teve alta ainda mais significativa na capital amazonense, com aumento de 3,97%, a maior entre todas as cidades pesquisadas.


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De acordo com a pesquisa, a redução de preços de alguns itens está associada à maior oferta no mercado interno, ao recuo nas exportações e à demanda mais fraca no varejo. No caso do café, fatores externos, como tarifas impostas pelos Estados Unidos e incertezas nas negociações internacionais, influenciaram os preços.

O estudo também aponta que, em dezembro de 2025, o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.106,83, o equivalente a 4,68 vezes o piso nacional vigente, fixado em R$ 1.518. Em média, o trabalhador brasileiro precisou comprometer 48,49% da renda líquida para adquirir a cesta básica.

A pesquisa é resultado da parceria entre a Conab e o Dieese, que ampliou a coleta de preços de 17 para 27 capitais brasileiras. A iniciativa fortalece as políticas nacionais de segurança alimentar e de abastecimento e permite um retrato mais completo do custo dos alimentos básicos em todo o país.

*Com informações de Agência Gov.

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O custo da cesta básica apresentou redução em Manaus no mês de dezembro de 2025, na contramão do movimento observado na maior parte do país. Dados divulgados na quinta-feira (8/1) pela Companhia Nacional de Abastecimento e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos apontam queda de 1,43% no valor do conjunto de alimentos na capital do Amazonas.

A Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preços da Cesta Básica de Alimentos mostra que, entre novembro e dezembro, os preços subiram em 17 capitais, caíram em nove e permaneceram estáveis em João Pessoa, na Paraíba. Além de Manaus, as reduções mais expressivas foram registradas em Porto Velho, Boa Vista, Rio Branco e Curitiba.

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Entre os produtos que ajudaram a puxar o recuo do custo em várias capitais estão o leite integral, o açúcar, o café em pó e o óleo de soja. O arroz agulhinha, embora tenha registrado queda de preço em 23 das 27 capitais, apresentou aumento em Manaus, com variação positiva de 1,04%, segundo o levantamento. Já o café em pó teve alta ainda mais significativa na capital amazonense, com aumento de 3,97%, a maior entre todas as cidades pesquisadas.


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O estudo também aponta que, em dezembro de 2025, o salário mínimo necessário para manter uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.106,83, o equivalente a 4,68 vezes o piso nacional vigente, fixado em R$ 1.518. Em média, o trabalhador brasileiro precisou comprometer 48,49% da renda líquida para adquirir a cesta básica.

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