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Cheia deste ano não deve superar recorde histórico em Manaus e outros 3 municípios, diz SGB

Serviço Geológico Brasileiro divulgou previsões sobre cheia no AM; 13 municípios estão em situação de emergência

O nível dos rios no Amazonas não deve superar, neste ano, as marcas registradas na cheia histórica de 2021 em Manaus, Manacapuru, Itacoatiara e Parintins, municípios do estado monitorados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). O órgão divulgou sua previsão nesta quarta (30/4), durante a apresentação do 2º Alerta de Cheias da Bacia do Amazonas de 2025.

Segundo o SGB, o segundo alerta ocorre 45 dias antes do possível pico da cheia neste ano, previsto para 14 de junho.

O levantamento aponta que a cota nas quatro localidades devem ficar entre 1,11m e 0,67m abaixo dos níveis recordes já registrados.


Leia mais:

Operação Cheia 2025: Ajuda humanitária do Governo do AM chega a Manicoré

MPAM investiga prestação de serviços públicos de saúde no município de Amaturá


Confira as previsões de cheia do SGB para os quatro municípios

Manaus – Rio Negro

Nesta quarta-feira (30), o Rio Negro está com a cota de 27,63 metros. Ele apresenta 42% de chance de alcançar a marca de inundação severa e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 28,91 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 30,02 metros.

A cota de inundação severa é de 29 metros.

Manacapuru – Rio Solimões

O Rio Solimões atingiu a marca de 18,36 metros, nesta quarta-feira, com 53% de chances para uma inundação severa e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 19,63 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 20,86 metros.

A cota de inundação severa é de 19,60 metros.

Itacoatiara – Rio Amazonas

No município, o Rio Amazonas está com a cota de 13,86 metros nesta quarta-feira e apresenta 94 % de chances para uma inundação severa. O órgão aponta que há menos de 1% de chance de se atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 14,53 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 15,20 metros.

A cota de inundação severa é de 14,20 metros.

Parintins – Rio Amazonas

Nesta quarta-feira, o rio está com a cota de 8,16 metros, apresenta 83% de chances para uma inundação e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 8,64 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 9,47 metros.

A cota de inundação severa é de 9,30 metros.

Cheia 2025

A cheia que atinge o Amazonas avança e já atinge 144 mil pessoas, segundo o mais recente boletim da Defesa Civil do estado, divulgado na terça-feira (29). O processo de cheia nas nove calhas dos rios do Amazonas deverá continuar até junho.

Conforme dados disponibilizados pela Defesa Civil do Amazonas, nesta quarta-feira (30), 13 municípios estão em situação de emergência devido a cheia no Amazonas: Humaitá, Apuí, Manicoré, Boca do Acre, Guajará, Ipixuna, Novo Aripuanã, Benjamin Constant, Borba, Tonantins, Itamarati, Eirunepé e Atalaia do Norte.

Os outros 36 municípios estão em estado de atenção, 13 em estado de alerta e nenhum em estado de normalidade.

Com informações de G1.

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O nível dos rios no Amazonas não deve superar, neste ano, as marcas registradas na cheia histórica de 2021 em Manaus, Manacapuru, Itacoatiara e Parintins, municípios do estado monitorados pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). O órgão divulgou sua previsão nesta quarta (30/4), durante a apresentação do 2º Alerta de Cheias da Bacia do Amazonas de 2025.

Segundo o SGB, o segundo alerta ocorre 45 dias antes do possível pico da cheia neste ano, previsto para 14 de junho.

O levantamento aponta que a cota nas quatro localidades devem ficar entre 1,11m e 0,67m abaixo dos níveis recordes já registrados.


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Manaus – Rio Negro

Nesta quarta-feira (30), o Rio Negro está com a cota de 27,63 metros. Ele apresenta 42% de chance de alcançar a marca de inundação severa e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 28,91 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 30,02 metros.

A cota de inundação severa é de 29 metros.

Manacapuru – Rio Solimões

O Rio Solimões atingiu a marca de 18,36 metros, nesta quarta-feira, com 53% de chances para uma inundação severa e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 19,63 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 20,86 metros.

A cota de inundação severa é de 19,60 metros.

Itacoatiara – Rio Amazonas

No município, o Rio Amazonas está com a cota de 13,86 metros nesta quarta-feira e apresenta 94 % de chances para uma inundação severa. O órgão aponta que há menos de 1% de chance de se atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 14,53 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 15,20 metros.

A cota de inundação severa é de 14,20 metros.

Parintins – Rio Amazonas

Nesta quarta-feira, o rio está com a cota de 8,16 metros, apresenta 83% de chances para uma inundação e menos de 1% para atingir a cota máxima registrada. O SGB prevê que no pico da cheia o rio atinja 8,64 metros.

A cota máxima registrada em 2021 foi de 9,47 metros.

A cota de inundação severa é de 9,30 metros.

Cheia 2025

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Os outros 36 municípios estão em estado de atenção, 13 em estado de alerta e nenhum em estado de normalidade.

Com informações de G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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