Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Crimes cibernéticos disparam no Amazonas: saiba como se proteger de golpes no WhatsApp e apps bancários

Estado registrou mais de 12 mil ocorrências em 2024; clonagem de contas e fraudes financeiras estão entre os crimes mais comuns

Com o avanço da tecnologia e o aumento do uso de smartphones para tarefas do dia a dia, os crimes cibernéticos também têm se tornado cada vez mais sofisticados. Golpistas agem com rapidez para invadir contas, roubar dados e aplicar fraudes que podem causar grandes prejuízos financeiros e emocionais às vítimas.

Entre os alvos preferidos dos criminosos estão aplicativos de mensagens como o WhatsApp e apps de bancos instalados no celular. Entender como esses golpes funcionam é essencial para saber como se proteger.

O que são crimes cibernéticos?

Crimes cibernéticos são infrações cometidas por meio da internet, dispositivos eletrônicos ou redes digitais. Eles incluem:

  • Invasão de contas e perfis pessoais

  • Roubo de dados bancários

  • Extorsão digital

  • Disseminação de vírus (malware)

  • Golpes de engenharia social (quando o criminoso engana a vítima para que ela mesma forneça informações)

Amazonas:

Delegacia Geral de Polícia Civil do Amazonas. (FOTO: Reprodução)

Os crimes cibernéticos têm crescido de forma alarmante no Amazonas. De janeiro a outubro de 2024, foram registradas 12.821 ocorrências no estado, um aumento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2023, quando houve 9.154 casos, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

Entre os crimes mais recorrentes estão estelionato, invasão de dispositivos informáticos, ameaças e falsidade ideológica. O estelionato, por exemplo, teve um crescimento de 57,4% em 2024, totalizando 3.713 registros até agosto .

Golpes mais comuns com WhatsApp

(FOTO: Ilustração)

1. Clonagem de conta
O golpista finge ser alguém confiável e engana a vítima para que ela informe o código de verificação do WhatsApp. Com isso, ele consegue acessar a conta e passar a se comunicar com os contatos pedindo dinheiro ou fazendo chantagens.

2. Golpe do falso suporte técnico
Criminosos se passam por atendentes de empresas, como do próprio WhatsApp ou operadoras de telefonia, dizendo que precisam confirmar dados. Esse é um dos caminhos usados para obter acesso ao seu aplicativo.

3. Mensagens falsas com links maliciosos
Clicando em links desconhecidos, o usuário pode permitir a instalação de programas espiões, que acessam informações sigilosas.

Como se proteger no WhatsApp:

  • Ative a verificação em duas etapas (nas configurações de segurança do aplicativo)

  • Nunca compartilhe o código de verificação de seis dígitos que chega por SMS

  • Desconfie de mensagens com pedidos de dinheiro, mesmo que venham de contatos conhecidos

  • Evite clicar em links suspeitos, especialmente enviados por números desconhecidos

  • Mantenha o aplicativo atualizado com a versão mais recente

Aplicativos de banco: atenção redobrada

Outro alvo frequente dos golpistas são os apps de instituições financeiras. Os criminosos tentam invadir contas para fazer transferências, solicitar empréstimos e roubar dados bancários.

(FOTO: Ilustração)

Como agem?
Eles podem usar malwares (vírus) instalados em celulares com sistema desatualizado ou explorar senhas fracas e ausência de autenticação biométrica.


Leia mais:

Crimes cibernéticos: dois jovens são presos em Manaus por induzirem crianças e adolescentes à automutilação e ao suicídio

PC-AM lança nova versão de cartilha digital sobre crimes cibernéticos


Dicas para proteger seu aplicativo bancário:

  • Use autenticação biométrica (digital ou facial) sempre que possível

  • Nunca compartilhe senhas ou códigos recebidos por SMS

  • Desconfie de ligações dizendo ser do banco pedindo dados ou acessos remotos

  • Evite acessar aplicativos bancários em redes Wi-Fi públicas

  • Mantenha o celular com antivírus e o sistema operacional atualizado

E se você for vítima?

Registre imediatamente um boletim de ocorrência, de preferência pela Delegacia Virtual (em muitos estados é possível fazer online); Avise os contatos se sua conta do WhatsApp for clonada; Entre em contato com o banco para bloquear movimentações suspeitas e em casos graves, procure ajuda jurídica e acompanhe o andamento do caso junto às autoridades

Crimes virtuais não escolhem vítimas por idade ou classe social. Estar informado e adotar práticas de segurança no celular e na internet é fundamental para evitar prejuízos.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Com o avanço da tecnologia e o aumento do uso de smartphones para tarefas do dia a dia, os crimes cibernéticos também têm se tornado cada vez mais sofisticados. Golpistas agem com rapidez para invadir contas, roubar dados e aplicar fraudes que podem causar grandes prejuízos financeiros e emocionais às vítimas.

Entre os alvos preferidos dos criminosos estão aplicativos de mensagens como o WhatsApp e apps de bancos instalados no celular. Entender como esses golpes funcionam é essencial para saber como se proteger.

O que são crimes cibernéticos?

Crimes cibernéticos são infrações cometidas por meio da internet, dispositivos eletrônicos ou redes digitais. Eles incluem:

  • Invasão de contas e perfis pessoais

  • Roubo de dados bancários

  • Extorsão digital

  • Disseminação de vírus (malware)

  • Golpes de engenharia social (quando o criminoso engana a vítima para que ela mesma forneça informações)

Amazonas:

Delegacia Geral de Polícia Civil do Amazonas. (FOTO: Reprodução)

Os crimes cibernéticos têm crescido de forma alarmante no Amazonas. De janeiro a outubro de 2024, foram registradas 12.821 ocorrências no estado, um aumento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2023, quando houve 9.154 casos, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).

Entre os crimes mais recorrentes estão estelionato, invasão de dispositivos informáticos, ameaças e falsidade ideológica. O estelionato, por exemplo, teve um crescimento de 57,4% em 2024, totalizando 3.713 registros até agosto .

Golpes mais comuns com WhatsApp

(FOTO: Ilustração)

1. Clonagem de conta
O golpista finge ser alguém confiável e engana a vítima para que ela informe o código de verificação do WhatsApp. Com isso, ele consegue acessar a conta e passar a se comunicar com os contatos pedindo dinheiro ou fazendo chantagens.

2. Golpe do falso suporte técnico
Criminosos se passam por atendentes de empresas, como do próprio WhatsApp ou operadoras de telefonia, dizendo que precisam confirmar dados. Esse é um dos caminhos usados para obter acesso ao seu aplicativo.

3. Mensagens falsas com links maliciosos
Clicando em links desconhecidos, o usuário pode permitir a instalação de programas espiões, que acessam informações sigilosas.

Como se proteger no WhatsApp:

  • Ative a verificação em duas etapas (nas configurações de segurança do aplicativo)

  • Nunca compartilhe o código de verificação de seis dígitos que chega por SMS

  • Desconfie de mensagens com pedidos de dinheiro, mesmo que venham de contatos conhecidos

  • Evite clicar em links suspeitos, especialmente enviados por números desconhecidos

  • Mantenha o aplicativo atualizado com a versão mais recente

Aplicativos de banco: atenção redobrada

Outro alvo frequente dos golpistas são os apps de instituições financeiras. Os criminosos tentam invadir contas para fazer transferências, solicitar empréstimos e roubar dados bancários.

(FOTO: Ilustração)

Como agem?
Eles podem usar malwares (vírus) instalados em celulares com sistema desatualizado ou explorar senhas fracas e ausência de autenticação biométrica.


Leia mais:

Crimes cibernéticos: dois jovens são presos em Manaus por induzirem crianças e adolescentes à automutilação e ao suicídio

PC-AM lança nova versão de cartilha digital sobre crimes cibernéticos


Dicas para proteger seu aplicativo bancário:

  • Use autenticação biométrica (digital ou facial) sempre que possível

  • Nunca compartilhe senhas ou códigos recebidos por SMS

  • Desconfie de ligações dizendo ser do banco pedindo dados ou acessos remotos

  • Evite acessar aplicativos bancários em redes Wi-Fi públicas

  • Mantenha o celular com antivírus e o sistema operacional atualizado

E se você for vítima?

Registre imediatamente um boletim de ocorrência, de preferência pela Delegacia Virtual (em muitos estados é possível fazer online); Avise os contatos se sua conta do WhatsApp for clonada; Entre em contato com o banco para bloquear movimentações suspeitas e em casos graves, procure ajuda jurídica e acompanhe o andamento do caso junto às autoridades

Crimes virtuais não escolhem vítimas por idade ou classe social. Estar informado e adotar práticas de segurança no celular e na internet é fundamental para evitar prejuízos.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Amazônia concentra R$ 391 milhões em editais para ciência

A Amazônia vive um dos momentos mais promissores dos últimos anos para a ciência. Somados, três grandes editais lançados em 2026 disponibilizam cerca de...

Parintins já teve outros nomes antes de se tornar a terra dos bumbás; entenda

Antes de se tornar conhecida mundialmente pela disputa entre os bois Garantido e Caprichoso, a cidade de Parintins, na região do Baixo Amazonas, carregou...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Cheiro de café e festa junina: o bolo de macaxeira mistura memória, cultura e sabor

Quando chega o mês de junho, as mesas dos arraiais costumam ser tomadas pelo cheiro do milho cozido, da canjica, da pamonha e dos...

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Amazônia concentra R$ 391 milhões em editais para ciência

A Amazônia vive um dos momentos mais promissores dos últimos anos para a ciência. Somados, três grandes editais lançados em 2026 disponibilizam cerca de...

Parintins já teve outros nomes antes de se tornar a terra dos bumbás; entenda

Antes de se tornar conhecida mundialmente pela disputa entre os bois Garantido e Caprichoso, a cidade de Parintins, na região do Baixo Amazonas, carregou...

Cheiro de café e festa junina: o bolo de macaxeira mistura memória, cultura e sabor

Quando chega o mês de junho, as mesas dos arraiais costumam ser tomadas pelo cheiro do milho cozido, da canjica, da pamonha e dos...

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]