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DENÚNCIA: Irmãs de 6 e 11 anos sofrem queimaduras de 3° grau após criança atear fogo; Mãe aponta omissão de responsáveis

Estephanne Cavalcante faz publicações diárias em seu perfil no Instagram sobre sua rotina com as filhas Kássia e Rebecca, de seis e onze anos de idade. Ela conta que vem  enfrentando com as meninas: omissão e injustiça, por um ato que colocou em risco a vida das crianças. O relato diário está gerando uma rede de apoio e denúncias na internet.

As meninas estão internadas em estado grave após serem incendiadas por uma outra criança, que seria o filho de uma vizinha da família. O menino tem 11 anos de idade, conforme o relato de Estephanne.

O episódio aconteceu no conjunto Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, há cerca de um mês.

Em vídeos publicados nos stories, Estephanne conta como tudo aconteceu. As meninas estavam em casa, quando o menino chamou elas para a janela, assim que elas se aproximaram, ele jogou álcool e acendeu um isqueiro, gerando uma pequena explosão que se tornou as queimaduras de 3° grau.

Segundo ela, a iniciativa de expor nas redes sociais seria justamente a indignação dos responsáveis do autor das queimaduras, que não prestaram nenhum apoio e nem se solidarizam com as meninas.

A minha indignação é tão grande, sabe por quê? Porque os pais estão fugindo da responsabilidade. Não estão vendo a minha dor, a minha dor de mãe, a dor de pai. Entendeu? Estão fugindo da responsabilidade. Estão querendo colocar a culpa em cima da minha filha. Gente, quem foi queimado está falando a verdade, gente. A minha menor, gente, a minha menor fala a verdade, fala tudo, gente. É muito doloroso pra mim como mãe”, relatou.

 

A mãe chega a afirmar que ouve constantemente o sofrimento das filhas com a dor das queimaduras. “A minha filha pede ‘mamãe, eu não vou aguentar, mamãe’. Só eu sei o que eu estou passando aqui. Só eu e meu esposo, sabe? É muito doloroso pra gente”.

Gente, minha filha fala bem assim pra mim, de 6 anos: ‘mamãe, por que tá acontecendo isso comigo? Por que tá acontecendo isso comigo? Eu não vou aguentar, mamãe’. Ela fala: ‘mamãe, eu não consigo mexer no meu bracinho, mamãe’. Ela fala, gente, vocês têm noção do que é ouvir isso? Sabe?”, diz a mãe que acrescenta que as meninas estão internadas no Hospital da Criança, na Cachoeirinha, Zona Sul.


Saiba mais: 

Menino de 4 anos morre após cair de janela no 3º andar de prédio

Mãe deixa filho se vestir com roupas de princesa e enfrenta ataques nas redes sociais 


Cansada de tanta omissão, Estephanne ainda diz que os pais do menino que ateou fogo só ajudam quando são cobrados, e chegaram até a negar que o filho tenha feito tal crime.

Estephanne, assim como o marido, estão buscando forças para a recuperação das meninas e com a mobilização nas redes sociais, esperam que a família do menino que ateou fogo seja responsabilizada pelo caso e não saiam impunes.

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Estephanne Cavalcante faz publicações diárias em seu perfil no Instagram sobre sua rotina com as filhas Kássia e Rebecca, de seis e onze anos de idade. Ela conta que vem  enfrentando com as meninas: omissão e injustiça, por um ato que colocou em risco a vida das crianças. O relato diário está gerando uma rede de apoio e denúncias na internet.

As meninas estão internadas em estado grave após serem incendiadas por uma outra criança, que seria o filho de uma vizinha da família. O menino tem 11 anos de idade, conforme o relato de Estephanne.

O episódio aconteceu no conjunto Nova Cidade, Zona Norte de Manaus, há cerca de um mês.

Em vídeos publicados nos stories, Estephanne conta como tudo aconteceu. As meninas estavam em casa, quando o menino chamou elas para a janela, assim que elas se aproximaram, ele jogou álcool e acendeu um isqueiro, gerando uma pequena explosão que se tornou as queimaduras de 3° grau.

Segundo ela, a iniciativa de expor nas redes sociais seria justamente a indignação dos responsáveis do autor das queimaduras, que não prestaram nenhum apoio e nem se solidarizam com as meninas.

A minha indignação é tão grande, sabe por quê? Porque os pais estão fugindo da responsabilidade. Não estão vendo a minha dor, a minha dor de mãe, a dor de pai. Entendeu? Estão fugindo da responsabilidade. Estão querendo colocar a culpa em cima da minha filha. Gente, quem foi queimado está falando a verdade, gente. A minha menor, gente, a minha menor fala a verdade, fala tudo, gente. É muito doloroso pra mim como mãe”, relatou.

 

A mãe chega a afirmar que ouve constantemente o sofrimento das filhas com a dor das queimaduras. “A minha filha pede ‘mamãe, eu não vou aguentar, mamãe’. Só eu sei o que eu estou passando aqui. Só eu e meu esposo, sabe? É muito doloroso pra gente”.

Gente, minha filha fala bem assim pra mim, de 6 anos: ‘mamãe, por que tá acontecendo isso comigo? Por que tá acontecendo isso comigo? Eu não vou aguentar, mamãe’. Ela fala: ‘mamãe, eu não consigo mexer no meu bracinho, mamãe’. Ela fala, gente, vocês têm noção do que é ouvir isso? Sabe?”, diz a mãe que acrescenta que as meninas estão internadas no Hospital da Criança, na Cachoeirinha, Zona Sul.


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