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Ela gastou só R$ 678 para viver os três dias do Festival de Parintins; veja como

A viajante e criadora de conteúdo Nataly Lacerda relatou ter participado do Festival de Parintins, no Amazonas, realizado entre os dias 26 e 28 de junho de 2026, gastando R$ 678,43 ao longo dos três dias de evento. A experiência foi registrada em um carrossel publicado no Instagram, que reuniu mais de 10 mil curtidas e centenas de compartilhamentos.

Formada em Ciência da Computação, Nataly afirmou para Rede Onda Digital que decidiu se dedicar a viagens após concluir a graduação. Segundo ela, a coincidência entre o número de estados brasileiros, 26, e o ano de 2026 motivou o objetivo de visitar todos eles ao longo do ano.

“Resolvi que ia fazer do jeito que dava. Não importa o obstáculo, eu ia fazer dar certo”, relata.

(Foto: Reprodução)

Um sonho que parecia distante

Nataly conta que já havia participado de outras festas populares no ano, como a Lavagem do Bonfim, em Salvador, o Carnaval de Olinda e o São João de Campina Grande. Parintins estava em seus planos desde o ano anterior, mas os preços praticados pareciam, segundo ela, fora do seu orçamento.

“Os preços pareciam muito distantes da minha realidade, pareciam coisas de outro mundo. Mas eu falei, não quero saber, vou dar um jeito de realizar esse sonho, e vai ser esse ano”, conta.

Como economizou na hospedagem e no ingresso

De acordo com Nataly, o planejamento antecipado foi determinante para reduzir os dois principais custos da viagem, hospedagem e ingresso para o bumbódromo.

A passagem de barco entre Manaus e Parintins custou R$ 380, mais R$ 8 de taxa portuária. Como já pagaria esse valor independentemente de se hospedar ou não, ela optou por dormir na própria rede durante os dias de festival, o que eliminou o gasto com hospedagem.

“Como já teria que pagar o mesmo valor da passagem se fosse me hospedar ou não, era basicamente pegar uma hospedagem gratuita que estava ali disponível. E ainda consegui conhecer muita gente no barco, que foi minha companhia durante todo o festival”, diz.

(Foto: Reprodução)

A entrada no bumbódromo também não teve custo. Nataly relata ter ingressado pela galera, torcida oficial dos bois-bumbás.

“Entrar pela galera é viver o festival de verdade. Você entra como parte da torcida, que também é avaliada, tem aquela responsabilidade de torcer pro boi. A própria fila já é um evento, onde todo mundo se ajuda, compartilha comida. Foi muito divertido, faria de novo”, afirma.


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Detalhamento dos gastos

Segundo o relato de Nataly, os valores gastos na viagem foram os seguintes: R$ 388 em passagem e taxa de barco, R$ 67,90 em transporte local por tuk-tuk, R$ 180,75 em alimentação e água, e cerca de R$ 41 em imprevistos e lembranças. Hospedagem e ingresso não tiveram custo.

(Foto: Reprodução)

Dificuldades durante a viagem

Nataly relata ter enfrentado imprevistos ao longo da experiência. O episódio mais marcante ocorreu no último dia, quando precisou se deslocar rapidamente após a apresentação do boi Garantido para não perder o barco de volta a Manaus.

Segundo ela, o tuk-tuk a deixou distante do local de embarque, e o celular descarregou no trajeto, dificultando a localização.

“Tive que pedir ajuda pra alguém na rua pra ver o mapa e me localizar. Aí saí correndo com toda a minha mochila nas costas até o outro lado do porto. Cheguei faltando menos de dez minutos pro barco partir”, relembra.

Um momento de hospitalidade

Nataly também relatou um episódio de acolhimento durante a viagem. No terceiro dia, ao procurar um local para comer pela manhã, foi convidada por uma família local a compartilhar a própria refeição.

“A senhora falou, não, a gente não está vendendo comida, isso aqui é a minha família se alimentando, mas você está convidada a comer com a gente. Ela não me conhecia, nunca tinha me visto na vida, e me recebeu como se eu fosse da família dela”, conta.

Recomendação para quem quer economizar

Para quem pretende visitar o Festival de Parintins gastando menos, Nataly recomenda flexibilidade e abertura a experiências alternativas às tradicionais.

“Não vou dizer que vai ser a viagem mais luxuosa da sua vida. Mas, às vezes, abrir mão de um pouco de conforto rende experiências e histórias muito mais valiosas”, afirma.

Ela destaca ainda que o festival oferece opções gratuitas além do bumbódromo, como eventos espalhados pela cidade e exibições em bares.

“O Festival de Parintins é uma manifestação cultural popular, e eu acredito que pode ser acessível pra todo mundo”, concluiu.

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A viajante e criadora de conteúdo Nataly Lacerda relatou ter participado do Festival de Parintins, no Amazonas, realizado entre os dias 26 e 28 de junho de 2026, gastando R$ 678,43 ao longo dos três dias de evento. A experiência foi registrada em um carrossel publicado no Instagram, que reuniu mais de 10 mil curtidas e centenas de compartilhamentos.

Formada em Ciência da Computação, Nataly afirmou para Rede Onda Digital que decidiu se dedicar a viagens após concluir a graduação. Segundo ela, a coincidência entre o número de estados brasileiros, 26, e o ano de 2026 motivou o objetivo de visitar todos eles ao longo do ano.

“Resolvi que ia fazer do jeito que dava. Não importa o obstáculo, eu ia fazer dar certo”, relata.

(Foto: Reprodução)

Um sonho que parecia distante

Nataly conta que já havia participado de outras festas populares no ano, como a Lavagem do Bonfim, em Salvador, o Carnaval de Olinda e o São João de Campina Grande. Parintins estava em seus planos desde o ano anterior, mas os preços praticados pareciam, segundo ela, fora do seu orçamento.

“Os preços pareciam muito distantes da minha realidade, pareciam coisas de outro mundo. Mas eu falei, não quero saber, vou dar um jeito de realizar esse sonho, e vai ser esse ano”, conta.

Como economizou na hospedagem e no ingresso

De acordo com Nataly, o planejamento antecipado foi determinante para reduzir os dois principais custos da viagem, hospedagem e ingresso para o bumbódromo.

A passagem de barco entre Manaus e Parintins custou R$ 380, mais R$ 8 de taxa portuária. Como já pagaria esse valor independentemente de se hospedar ou não, ela optou por dormir na própria rede durante os dias de festival, o que eliminou o gasto com hospedagem.

“Como já teria que pagar o mesmo valor da passagem se fosse me hospedar ou não, era basicamente pegar uma hospedagem gratuita que estava ali disponível. E ainda consegui conhecer muita gente no barco, que foi minha companhia durante todo o festival”, diz.

(Foto: Reprodução)

A entrada no bumbódromo também não teve custo. Nataly relata ter ingressado pela galera, torcida oficial dos bois-bumbás.

“Entrar pela galera é viver o festival de verdade. Você entra como parte da torcida, que também é avaliada, tem aquela responsabilidade de torcer pro boi. A própria fila já é um evento, onde todo mundo se ajuda, compartilha comida. Foi muito divertido, faria de novo”, afirma.


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(Foto: Reprodução)

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Um momento de hospitalidade

Nataly também relatou um episódio de acolhimento durante a viagem. No terceiro dia, ao procurar um local para comer pela manhã, foi convidada por uma família local a compartilhar a própria refeição.

“A senhora falou, não, a gente não está vendendo comida, isso aqui é a minha família se alimentando, mas você está convidada a comer com a gente. Ela não me conhecia, nunca tinha me visto na vida, e me recebeu como se eu fosse da família dela”, conta.

Recomendação para quem quer economizar

Para quem pretende visitar o Festival de Parintins gastando menos, Nataly recomenda flexibilidade e abertura a experiências alternativas às tradicionais.

“Não vou dizer que vai ser a viagem mais luxuosa da sua vida. Mas, às vezes, abrir mão de um pouco de conforto rende experiências e histórias muito mais valiosas”, afirma.

Ela destaca ainda que o festival oferece opções gratuitas além do bumbódromo, como eventos espalhados pela cidade e exibições em bares.

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