Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Empresa de Manaus é denunciada por trabalho análogo à escravidão

Após uma denúncia de que uma empresa situada na zona leste de Manaus estaria empregando migrantes em condições análogas à escravidão, uma fiscalização em conjunta foi realizada nesta terça-feira (21/1).

O pedido de apuração e investigação foi feito pelo Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM), a partir daí as equipes da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e das polícias Civil (PC-AM) e Militar do Amazonas (PMAM) fizeram a fiscalização.

No local as equipes aplicaram um formulário aos funcionários para entender se havia algum direito humano violado.

Em sua maioria de nacionalidade venezuelana, os trabalhadores tiveram o atendimento em espanhol e contaram às equipes sobre a rotina na empresa de distribuição de alimentos. O relatório gerado pela Sejusc e Polícia Civil será enviado ao MPT-AM, que dará andamento à denúncia no âmbito judicial, conforme as constatações.


Leia mais

“População não quer justificativa, quer solução”, diz Fausto Jr sobre deslizamentos de terras em Manaus

CNM aponta falta de vacinas em 65,8% dos municípios; governo federal nega carência


O empresário e responsável pela empresa acompanhou a fiscalização. Ele não quis se identificar, mas disse ser a favor da vistoria e da prevenção ao trabalho análogo à escravidão.

“Eu acho isso muito importante para que todas as empresas se adequem ao sistema, ter todo mundo em igualdade. As Econdições de trabalho corretas nas empresas é uma coisa que é válida para a população, os colaboradores”, comentou.

Situações de escravidão

No Brasil, o trabalho escravo foi abolido, por isso a nomenclatura de análogo, quando o empregador, de alguma forma, submete o empregado a trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes, restrição de locomoção, apoderamento de documentos ou objetos pessoais.

Punição

O trabalho análogo à escravidão é punido pelo artigo 149 do Código Penal Brasileiro (CPB), que prevê prisão de 2 a 8 anos e multa.

A secretária executiva de Direitos Humanos, Gabriella Campezatto, frisa que qualquer pessoa pode fazer a denúncia e não precisa se identificar.

“É importante que nós atuemos na prevenção, em campanhas de conscientização da população sobre essa pauta para que possam ser identificadas. E quando ocorrer, que a população denuncie por meio da Sejusc, em alguma delegacia ou pelo Disque 100, que é um canal de denúncias nacional”, acrescentou a secretária.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Após uma denúncia de que uma empresa situada na zona leste de Manaus estaria empregando migrantes em condições análogas à escravidão, uma fiscalização em conjunta foi realizada nesta terça-feira (21/1).

O pedido de apuração e investigação foi feito pelo Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM), a partir daí as equipes da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e das polícias Civil (PC-AM) e Militar do Amazonas (PMAM) fizeram a fiscalização.

No local as equipes aplicaram um formulário aos funcionários para entender se havia algum direito humano violado.

Em sua maioria de nacionalidade venezuelana, os trabalhadores tiveram o atendimento em espanhol e contaram às equipes sobre a rotina na empresa de distribuição de alimentos. O relatório gerado pela Sejusc e Polícia Civil será enviado ao MPT-AM, que dará andamento à denúncia no âmbito judicial, conforme as constatações.


Leia mais

“População não quer justificativa, quer solução”, diz Fausto Jr sobre deslizamentos de terras em Manaus

CNM aponta falta de vacinas em 65,8% dos municípios; governo federal nega carência


O empresário e responsável pela empresa acompanhou a fiscalização. Ele não quis se identificar, mas disse ser a favor da vistoria e da prevenção ao trabalho análogo à escravidão.

“Eu acho isso muito importante para que todas as empresas se adequem ao sistema, ter todo mundo em igualdade. As Econdições de trabalho corretas nas empresas é uma coisa que é válida para a população, os colaboradores”, comentou.

Situações de escravidão

No Brasil, o trabalho escravo foi abolido, por isso a nomenclatura de análogo, quando o empregador, de alguma forma, submete o empregado a trabalhos forçados, jornadas exaustivas, condições degradantes, restrição de locomoção, apoderamento de documentos ou objetos pessoais.

Punição

O trabalho análogo à escravidão é punido pelo artigo 149 do Código Penal Brasileiro (CPB), que prevê prisão de 2 a 8 anos e multa.

A secretária executiva de Direitos Humanos, Gabriella Campezatto, frisa que qualquer pessoa pode fazer a denúncia e não precisa se identificar.

“É importante que nós atuemos na prevenção, em campanhas de conscientização da população sobre essa pauta para que possam ser identificadas. E quando ocorrer, que a população denuncie por meio da Sejusc, em alguma delegacia ou pelo Disque 100, que é um canal de denúncias nacional”, acrescentou a secretária.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Muito além das fábricas: história da ZFM ganha espaço para chegar às salas de aula

Estudantes do Amazonas poderão ter a Zona Franca de Manaus (ZFM) como parte da formação escolar. A Lei nº 7.348, de 14 de janeiro...

Defesa Civil alerta para chuva forte após dias de fumaça em Manaus

A Defesa Civil emitiu, na noite desta quinta-feira (24), alerta para risco de chuva intensa em Manaus, com possibilidade de alagamentos e enxurradas. O...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Amazonas decreta emergência por estiagem de 180 dias

O Governo do Amazonas publicou o Decreto nº 55.486, que declara situação de emergência no estado devido à estiagem e às previsões de chuvas...

Critéria Energia Solar completa 8 anos e celebra trajetória em Manaus

A Critéria Energia Solar completa oito anos de atuação em Manaus e promove, nos dias 25 e 26 de setembro, uma programação especial em...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Defensoria Pública do Amazonas pede ao MPF nova apuração sobre queimadas no Amazonas

A Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) encaminhou, nesta quinta-feira (24/9), um requerimento ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando novas providências diante do avanço das...

Incêndio com pneus e lixo gera fumaça tóxica em Manaus

Um incêndio de grandes proporções atingiu um terreno com pneus e lixo na avenida Umberto Calderaro, em Manaus, nesta quarta-feira (24), gerando fumaça tóxica...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Muito além das fábricas: história da ZFM ganha espaço para chegar às salas de aula

Estudantes do Amazonas poderão ter a Zona Franca de Manaus (ZFM) como parte da formação escolar. A Lei nº 7.348, de 14 de janeiro...

Defesa Civil alerta para chuva forte após dias de fumaça em Manaus

A Defesa Civil emitiu, na noite desta quinta-feira (24), alerta para risco de chuva intensa em Manaus, com possibilidade de alagamentos e enxurradas. O...

Amazonas decreta emergência por estiagem de 180 dias

O Governo do Amazonas publicou o Decreto nº 55.486, que declara situação de emergência no estado devido à estiagem e às previsões de chuvas...

Critéria Energia Solar completa 8 anos e celebra trajetória em Manaus

A Critéria Energia Solar completa oito anos de atuação em Manaus e promove, nos dias 25 e 26 de setembro, uma programação especial em...

Defensoria Pública do Amazonas pede ao MPF nova apuração sobre queimadas no Amazonas

A Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) encaminhou, nesta quinta-feira (24/9), um requerimento ao Ministério Público Federal (MPF) solicitando novas providências diante do avanço das...

Incêndio com pneus e lixo gera fumaça tóxica em Manaus

Um incêndio de grandes proporções atingiu um terreno com pneus e lixo na avenida Umberto Calderaro, em Manaus, nesta quarta-feira (24), gerando fumaça tóxica...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]