Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Governo revoga decreto de estudos no Rio Tapajós após pressão indígena

O governo federal decidiu revogar o Decreto nº 12.600/2025, que tratava da inclusão de empreendimentos do setor hidroviário, com trechos envolvendo rios como Tapajós, Madeira e Tocantins, em medidas ligadas ao Programa Nacional de Desestatização (PND). A norma vinha sendo contestada por lideranças e movimentos indígenas, que apontavam risco de impactos ambientais e sociais e cobravam consulta prévia às comunidades.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23/02) pelos ministros Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência) e Sônia Guajajara (Ministério dos Povos Indígenas), após reunião com representantes do movimento no Palácio do Planalto, em Brasília. Segundo o governo, a decisão foi autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve ser oficializada na próxima edição do Diário Oficial da União (DOU).


Leia mais

Governo do Amazonas rebate acusações de David Almeida sobre Operação Erga Omnes

Avião de pequeno porte que saiu de Santarém, cai no Rio Tapajós em Itaituba


Durante a comunicação da medida, Boulos afirmou que a revogação representa uma resposta à mobilização e à cobrança da sociedade civil. “Houve uma mobilização legítima e justa dos povos indígenas em relação a esse decreto. O governo do presidente Lula tem a capacidade de escuta e ouve a sociedade”, declarou o ministro.

Já Sônia Guajajara destacou o aspecto humanitário do impasse, lembrando que o movimento chegou a 33 dias de ocupação, com famílias em acampamentos. A ministra disse que a decisão reafirma o compromisso do governo com a Convenção 169 da OIT, que prevê o direito de consulta aos povos indígenas em medidas que os afetem.

A discussão sobre o decreto ganhou força nas últimas semanas por envolver propostas e estudos relacionados a obras e intervenções em hidrovias, tema sensível na região amazônica por possíveis efeitos sobre o ecossistema, o modo de vida das comunidades ribeirinhas e os territórios tradicionais.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O governo federal decidiu revogar o Decreto nº 12.600/2025, que tratava da inclusão de empreendimentos do setor hidroviário, com trechos envolvendo rios como Tapajós, Madeira e Tocantins, em medidas ligadas ao Programa Nacional de Desestatização (PND). A norma vinha sendo contestada por lideranças e movimentos indígenas, que apontavam risco de impactos ambientais e sociais e cobravam consulta prévia às comunidades.

O anúncio foi feito nesta segunda-feira (23/02) pelos ministros Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência) e Sônia Guajajara (Ministério dos Povos Indígenas), após reunião com representantes do movimento no Palácio do Planalto, em Brasília. Segundo o governo, a decisão foi autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve ser oficializada na próxima edição do Diário Oficial da União (DOU).


Leia mais

Governo do Amazonas rebate acusações de David Almeida sobre Operação Erga Omnes

Avião de pequeno porte que saiu de Santarém, cai no Rio Tapajós em Itaituba


Durante a comunicação da medida, Boulos afirmou que a revogação representa uma resposta à mobilização e à cobrança da sociedade civil. “Houve uma mobilização legítima e justa dos povos indígenas em relação a esse decreto. O governo do presidente Lula tem a capacidade de escuta e ouve a sociedade”, declarou o ministro.

Já Sônia Guajajara destacou o aspecto humanitário do impasse, lembrando que o movimento chegou a 33 dias de ocupação, com famílias em acampamentos. A ministra disse que a decisão reafirma o compromisso do governo com a Convenção 169 da OIT, que prevê o direito de consulta aos povos indígenas em medidas que os afetem.

A discussão sobre o decreto ganhou força nas últimas semanas por envolver propostas e estudos relacionados a obras e intervenções em hidrovias, tema sensível na região amazônica por possíveis efeitos sobre o ecossistema, o modo de vida das comunidades ribeirinhas e os territórios tradicionais.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Do delivery ao emprego: iFood movimenta R$ 888 milhões no Amazonas

O Amazonas movimentou R$ 888 milhões na economia por meio das atividades do iFood em 2024, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas...

Fumaça que encobre Manaus já leva 132 pessoas à rede de saúde

A fumaça provocou 132 atendimentos por problemas respiratórios na rede estadual de saúde do Amazonas entre 1º de julho e 22 de setembro. Os...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Incêndio assusta moradores e atinge área do Ifam na zona Leste de Manaus

Um incêndio foi registrado na tarde desta quarta-feira (23) em uma área do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) próximo ao Centro Integrado Municipal de...

Manaus terá base da Força Nacional do SUS antes do avanço do El Niño

Manaus deve receber, em outubro, uma base regional da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), estrutura criada para agilizar a resposta a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Decreto proíbe uso do fogo por 180 dias no Amazonas

O uso do fogo está proibido no Amazonas pelos próximos 180 dias. A medida está prevista no Decreto nº 54.274, publicado diante do risco...

Luz para Todos retoma obras no Amazonas após dois anos parado

Moradores de áreas rurais, ribeirinhas e remotas do Amazonas devem começar a receber novas ligações de energia por meio do programa Luz para Todos....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Do delivery ao emprego: iFood movimenta R$ 888 milhões no Amazonas

O Amazonas movimentou R$ 888 milhões na economia por meio das atividades do iFood em 2024, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas...

Fumaça que encobre Manaus já leva 132 pessoas à rede de saúde

A fumaça provocou 132 atendimentos por problemas respiratórios na rede estadual de saúde do Amazonas entre 1º de julho e 22 de setembro. Os...

Incêndio assusta moradores e atinge área do Ifam na zona Leste de Manaus

Um incêndio foi registrado na tarde desta quarta-feira (23) em uma área do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) próximo ao Centro Integrado Municipal de...

Manaus terá base da Força Nacional do SUS antes do avanço do El Niño

Manaus deve receber, em outubro, uma base regional da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), estrutura criada para agilizar a resposta a...

Decreto proíbe uso do fogo por 180 dias no Amazonas

O uso do fogo está proibido no Amazonas pelos próximos 180 dias. A medida está prevista no Decreto nº 54.274, publicado diante do risco...

Luz para Todos retoma obras no Amazonas após dois anos parado

Moradores de áreas rurais, ribeirinhas e remotas do Amazonas devem começar a receber novas ligações de energia por meio do programa Luz para Todos....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]