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Greve dos “Amarelinhos” em Manaus: micro-ônibus é incendiado durante protesto

Trabalhadores do transporte alternativo conhecido como “Amarelinhos” bloquearam a avenida Grande Circular, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus, na manhã desta quinta-feira (02/07). Durante a manifestação, um micro-ônibus foi incendiado. O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas e não houve registro de feridos.

A paralisação afetou passageiros que utilizavam o serviço para se deslocar ao trabalho. Agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) atuaram no local para organizar o trânsito e minimizar os impactos do bloqueio. Ainda pela manhã, o serviço foi retomado.

Motivo do protesto

Segundo representantes da categoria, o protesto foi motivado pelo atraso de quase três meses no repasse do subsídio referente à gratuidade estudantil. Os trabalhadores também alegam dificuldades financeiras para manter a operação dos veículos, incluindo gastos com manutenção e abastecimento.


Leia mais

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Impacto na cidade

De acordo com as cooperativas, cerca de 120 mil usuários dependem do transporte alternativo nas zonas Norte e Leste da capital. Atualmente, sete cooperativas operam o sistema em Manaus.

Em nota, a Prefeitura de Manaus afirmou que a paralisação foi promovida por apenas uma cooperativa e atribuiu o movimento a interesses políticos. A administração municipal informou ainda que avançou nas negociações para a implantação do subsídio, cujo pagamento dependerá do cumprimento de critérios técnicos, administrativos e da renovação da frota.

O município destacou que o processo de regulamentação do sistema foi concluído após mais de dez anos e que a análise da documentação para o repasse das gratuidades estudantis segue em andamento. A prefeitura também lamentou os transtornos causados à população e reforçou que acompanha a situação para garantir a continuidade do serviço.

Confira nota na integra

A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), informa que a interrupção do transporte complementar registrada, na manhã desta quinta-feira, 2/7, na avenida Autaz Mirim, foi uma ação isolada de uma única cooperativa, sem adesão da maioria dos permissionários, e motivada por interesses políticos.

A administração municipal mantém diálogo permanente com a categoria e reforça que avançou nas tratativas para a implementação do subsídio, ficando definido que os critérios de pagamento e o valor do benefício seriam estabelecidos ainda nesta semana, com base em estudo técnico elaborado pelo IMMU. O pagamento está condicionado ao cumprimento de critérios técnicos e administrativos, incluindo a adequação das rotas e quadros de horários, a capacitação dos operadores pela Escola Pública de Transporte Inclusivo e o compromisso com a renovação da frota.

A prefeitura também destaca a conclusão do processo de licitação e regulamentação do sistema após mais de dez anos, garantindo segurança jurídica e organização. O subsídio referente às gratuidades estudantis segue em análise, após entrega da documentação pelas cooperativas nessa quarta-feira, 1º/7. A administração lamenta os transtornos e reforça que não admite coação, e que está acompanhando a situação para garantir a continuidade do serviço.

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Trabalhadores do transporte alternativo conhecido como “Amarelinhos” bloquearam a avenida Grande Circular, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste de Manaus, na manhã desta quinta-feira (02/07). Durante a manifestação, um micro-ônibus foi incendiado. O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas e não houve registro de feridos.

A paralisação afetou passageiros que utilizavam o serviço para se deslocar ao trabalho. Agentes do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU) atuaram no local para organizar o trânsito e minimizar os impactos do bloqueio. Ainda pela manhã, o serviço foi retomado.

Motivo do protesto

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O município destacou que o processo de regulamentação do sistema foi concluído após mais de dez anos e que a análise da documentação para o repasse das gratuidades estudantis segue em andamento. A prefeitura também lamentou os transtornos causados à população e reforçou que acompanha a situação para garantir a continuidade do serviço.

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