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Gripes e viroses aumentam no período de calor; veja os cuidados

O calor intenso registrado em Manaus nas últimas semanas tem sido acompanhado de um aumento expressivo nos casos de gripe e viroses respiratórias na cidade.

Calor não causa gripe, mas facilita o contágio

Segundo a infectologista Amanda Aguiar, da Fundação de Medicina Tropical (FMT), o calor, isoladamente, não é responsável por causar gripes ou viroses. O que ocorre nesse período é uma mudança de comportamento que favorece a circulação de vírus respiratórios.

“O que acontece é que, nesse período, muitas pessoas passam mais tempo em ambientes fechados e com ar-condicionado, o que pode facilitar a transmissão de vírus respiratórios”, explica Amanda.

Diante desse cenário, a médica recomenda um conjunto de cuidados simples: manter boa hidratação ao longo do dia, garantir a ventilação dos ambientes, higienizar as mãos com frequência, seja com álcool em gel ou água e sabão, e evitar compartilhar copos, talheres e outros objetos pessoais.

A infectologista também chama atenção para o cuidado com quem já apresenta sintomas.

“É importante evitar contato muito próximo com pessoas que estejam gripadas e, para quem estiver com sintomas respiratórios, usar máscara principalmente em locais fechados ou quando estiver próximo de idosos, crianças e pessoas com alguma doença crônica”, orienta.

Por fim, ela reforça a importância da vacinação como uma das principais estratégias de prevenção contra quadros graves da doença, tanto para gripe quanto para Covid-19.


Leia mais

Como evitar crise de asma no período chuvoso amazônico

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Sinais de alerta exigem atenção redobrada

Nem toda gripe segue o curso esperado. A infectologista alerta para sintomas que exigem busca imediata por atendimento médico: falta de ar, dificuldade para respirar, dor ou pressão no peito, febre persistente, fraqueza intensa, sonolência excessiva, confusão mental ou sinais de desidratação.

Um sinal em especial merece atenção, segundo Amanda: quando o paciente aparenta melhora e, em seguida, volta a piorar.

“Outro sinal importante é quando a pessoa parece estar melhorando e, depois, volta a piorar, principalmente com retorno da febre ou aparecimento de falta de ar”, destaca a médica.

Em crianças, os pais devem redobrar a atenção a sinais como dificuldade para respirar, recusa de líquidos ou alimentos, diminuição importante da urina, sonolência fora do habitual ou irritabilidade acentuada.

A infectologista reforça que mesmo uma gripe considerada simples pode evoluir com complicações. Por isso, diante de sinais de alerta, a orientação é não esperar em casa.

Grupos de risco precisam de cuidados redobrados

Crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias crônicas, como asma e DPOC, fazem parte do grupo que mais sofre com complicações nesse período, segundo a infectologista. Nesses casos, o calor intenso, combinado a fatores como ar seco, fumaça e poluição, pode agravar ainda mais os sintomas respiratórios.

Para esses grupos, Amanda recomenda oferecer líquidos com frequência, evitar exposição ao sol nos horários mais quentes, manter corretamente os medicamentos de uso contínuo e observar qualquer alteração na respiração ou no estado geral.

A orientação da médica é buscar atendimento mais cedo diante de qualquer piora, já que crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas e imunidade comprometida apresentam maior risco de complicações.

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O calor intenso registrado em Manaus nas últimas semanas tem sido acompanhado de um aumento expressivo nos casos de gripe e viroses respiratórias na cidade.

Calor não causa gripe, mas facilita o contágio

Segundo a infectologista Amanda Aguiar, da Fundação de Medicina Tropical (FMT), o calor, isoladamente, não é responsável por causar gripes ou viroses. O que ocorre nesse período é uma mudança de comportamento que favorece a circulação de vírus respiratórios.

“O que acontece é que, nesse período, muitas pessoas passam mais tempo em ambientes fechados e com ar-condicionado, o que pode facilitar a transmissão de vírus respiratórios”, explica Amanda.

Diante desse cenário, a médica recomenda um conjunto de cuidados simples: manter boa hidratação ao longo do dia, garantir a ventilação dos ambientes, higienizar as mãos com frequência, seja com álcool em gel ou água e sabão, e evitar compartilhar copos, talheres e outros objetos pessoais.

A infectologista também chama atenção para o cuidado com quem já apresenta sintomas.

“É importante evitar contato muito próximo com pessoas que estejam gripadas e, para quem estiver com sintomas respiratórios, usar máscara principalmente em locais fechados ou quando estiver próximo de idosos, crianças e pessoas com alguma doença crônica”, orienta.

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Um sinal em especial merece atenção, segundo Amanda: quando o paciente aparenta melhora e, em seguida, volta a piorar.

“Outro sinal importante é quando a pessoa parece estar melhorando e, depois, volta a piorar, principalmente com retorno da febre ou aparecimento de falta de ar”, destaca a médica.

Em crianças, os pais devem redobrar a atenção a sinais como dificuldade para respirar, recusa de líquidos ou alimentos, diminuição importante da urina, sonolência fora do habitual ou irritabilidade acentuada.

A infectologista reforça que mesmo uma gripe considerada simples pode evoluir com complicações. Por isso, diante de sinais de alerta, a orientação é não esperar em casa.

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