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Justiça nega pedido da DPE-AM e autoriza transferência da Rodoviária de Manaus para o T6

DPE-AM questionou transferência da Rodoviária de Manaus, mas Justiça não encontrou fundamento na ação; T6 no Lago Azul seria o local do novo terminal.

A Justiça do Amazonas negou o pedido da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), que alegava irregularidades no processo de licitação para transferir o Terminal Rodoviário de Manaus, no bairro Flores, Zona Centro-Sul de Manaus, para o Terminal 6 (T6), no bairro Lago Azul, Zona Norte da capital.

A decisão, assinada pela juíza Etelvina Lobo Braga, da 3ª Vara da Fazenda Pública do Amazonas, torna então possível que as obras para a nova rodoviária sejam realizadas.

A magistrada entendeu que a DPE-AM não apresentou qualquer irregularidade formal ou material no procedimento de licitação para a escolha da empresa que realizará as obras de adaptação do T6, enquanto a prefeitura de Manaus comprovou a legalidade do procedimento.

Braga também citou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que afirma não caber ao Judiciário interferir na decisão do Executivo sem que haja provas de ilegalidade ou violação dos direitos fundamentais do cidadão.


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Entenda a ação da DPE-AM

A Prefeitura de Manaus decidiu pela mudança da Rodoviária de Manaus para o Terminal 6, alegando que ele irá oferecer mais conveniência e conforto aos usuários do transporte intermunicipal. Porém, a Defensoria Pública questionou a medida.

Em sua ação, o órgão alega pontos como a não disponibilização de um estudo aprofundado sobre a área onde será instalado o novo terminal, cronograma de execução do projeto, e que não houve adequada comunicação aos usuários, funcionários de empresas de transporte e permissionários diretamente afetados pelo projeto.

A DPE-AM também alegou que permissionários que atuam na rodoviária de Manaus não teriam sido consultados sobre a mudança. Porém, a decisão da juíza especifica que houve três audiências públicas para tratar dos planos de mudança da localidade da rodoviária, contradizendo a própria DPE-AM.

A prefeitura ainda teria apresentado uma análise técnica sobre os trabalhadores de ambulantes no local, garantindo que pretende cadastrá-los e realocá-los para o novo terminal.

Até o momento de postagem desta matéria, a DPE-AM não informou se vai recorrer da decisão.

*Com informações de G1.

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A Justiça do Amazonas negou o pedido da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), que alegava irregularidades no processo de licitação para transferir o Terminal Rodoviário de Manaus, no bairro Flores, Zona Centro-Sul de Manaus, para o Terminal 6 (T6), no bairro Lago Azul, Zona Norte da capital.

A decisão, assinada pela juíza Etelvina Lobo Braga, da 3ª Vara da Fazenda Pública do Amazonas, torna então possível que as obras para a nova rodoviária sejam realizadas.

A magistrada entendeu que a DPE-AM não apresentou qualquer irregularidade formal ou material no procedimento de licitação para a escolha da empresa que realizará as obras de adaptação do T6, enquanto a prefeitura de Manaus comprovou a legalidade do procedimento.

Braga também citou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que afirma não caber ao Judiciário interferir na decisão do Executivo sem que haja provas de ilegalidade ou violação dos direitos fundamentais do cidadão.


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Em sua ação, o órgão alega pontos como a não disponibilização de um estudo aprofundado sobre a área onde será instalado o novo terminal, cronograma de execução do projeto, e que não houve adequada comunicação aos usuários, funcionários de empresas de transporte e permissionários diretamente afetados pelo projeto.

A DPE-AM também alegou que permissionários que atuam na rodoviária de Manaus não teriam sido consultados sobre a mudança. Porém, a decisão da juíza especifica que houve três audiências públicas para tratar dos planos de mudança da localidade da rodoviária, contradizendo a própria DPE-AM.

A prefeitura ainda teria apresentado uma análise técnica sobre os trabalhadores de ambulantes no local, garantindo que pretende cadastrá-los e realocá-los para o novo terminal.

Até o momento de postagem desta matéria, a DPE-AM não informou se vai recorrer da decisão.

*Com informações de G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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