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Levantamento aponta 19 bairros de Manaus em vulnerabilidade para Aedes aegypti

Primeiro LIRAa de 2023 faz um retrato do cenário epidemiológico em Manaus e visa combater mosquito Aedes aegypti vetor de doenças.

O 1º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2023, realizado entre 10 e 26 de abril e divulgado hoje, 17, aponta que o município conta com uma classificação de médio risco para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como as arboviroses mais comuns: a dengue, a zika e a febre chikungunya.

Para a execução do LIRAa, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou visitas a 26.494 imóveis selecionados por amostragem em todos os 63 bairros de Manaus, envolvendo 304 profissionais, buscando identificar e coletar as larvas do mosquito que é vetor das 3 doenças.

O LIRAa também fez uma análise percentual de depósitos com foco de mosquitos: Segundo o levantamento, 40,2% dos depósitos encontrados são recipientes presentes em lixo, garrafas, latas, ferro velho; 23,2% são de água em nível de solo, como tambores, tonéis ou camburões, barril, tina etc.; e 23% dos depósitos encontrados são conhecidos como móveis, como vasos, frascos com água, pratos, pingadeiras e bebedouros.


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Para enfrentar as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, é preciso combater os criadouros do mosquito.

Com o diagnóstico do cenário entomológico, a Semsa elaborou o Mapa de Vulnerabilidade para direcionamento das ações de controle do vetor, que indicou 19 bairros em alta vulnerabilidade:

Zona Oeste: Tarumã-Açu, Tarumã, Planalto, bairro da Paz, Alvorada, Lírio do Vale, Compensa, São Jorge, Santo Antônio;

Zona Norte: Santa Etelvina, Colônia Terra Nova, Monte das Oliveiras, Cidade Nova;

Zona Leste: Jorge Teixeira, São José, Coroado, Tancredo Neves, Gilberto Mestrinho;

Zona Sul: Japiim.

Manaus também tem 27 bairros em média vulnerabilidade: Parque 10 de Novembro, Nossa Senhora de Aparecida, Centro, Distrito Industrial I, Morro da Liberdade, Presidente Vargas, Chapada, São Geraldo, Petrópolis, Raiz, Aleixo, Nossa Senhora das Graças e São Lázaro (zona Sul); Nova Esperança, Redenção, Santo Agostinho, Dom Pedro, Vila da Prata e São Raimundo (zona Oeste); Cidade de Deus, Novo Aleixo e Novo Israel (zona Norte); Armando Mendes, Distrito Industrial II, Colônia Antônio Aleixo, Zumbi e Puraquequara (zona Leste).

Manaus registrou este ano, de janeiro a 11 de maio, 208 casos confirmados de dengue: uma redução de 73,6% em relação ao período de janeiro a maio de 2022, quando houve a confirmação de 787 casos. Nesse mesmo período, o número de casos notificados de dengue chegou a 785, apresentando redução de 35,7% em relação ao ano passado.

Também houve o registro em Manaus de 12 casos confirmados de zika vírus e 12 casos de febre chikungunya, em uma redução, respectivamente, de 72,7% e 53,8%, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O chefe da Divisão de Controle de Doenças Transmitidas por Vetores da Semsa, Alciles Comape, explica que o período sazonal para as doenças transmitidas pelo Aedes segue de novembro a maio, e a população deve manter o alerta para evitar risco de ter criadouros do mosquito nos imóveis. Ele afirmou:

“Nessa época de chuvas e calor, há mais risco para a proliferação do mosquito. A população pode colaborar com a aplicação do ‘Check List 10 Minutos contra o Aedes’, que é uma estratégia utilizada pela Semsa para orientar os moradores sobre a importância de uma vistoria semanal nos imóveis, utilizando apenas 10 minutos, para eliminar criadouros”.

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O 1º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2023, realizado entre 10 e 26 de abril e divulgado hoje, 17, aponta que o município conta com uma classificação de médio risco para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como as arboviroses mais comuns: a dengue, a zika e a febre chikungunya.

Para a execução do LIRAa, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou visitas a 26.494 imóveis selecionados por amostragem em todos os 63 bairros de Manaus, envolvendo 304 profissionais, buscando identificar e coletar as larvas do mosquito que é vetor das 3 doenças.

O LIRAa também fez uma análise percentual de depósitos com foco de mosquitos: Segundo o levantamento, 40,2% dos depósitos encontrados são recipientes presentes em lixo, garrafas, latas, ferro velho; 23,2% são de água em nível de solo, como tambores, tonéis ou camburões, barril, tina etc.; e 23% dos depósitos encontrados são conhecidos como móveis, como vasos, frascos com água, pratos, pingadeiras e bebedouros.


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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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