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Polinizadores são essenciais para agricultura do Amazonas, atesta nova pesquisa

Novo estudo do IBGE, divulgado nesta sexta-feira, mostra que produção de alimentos na Amazônia tem ampla dependência da ação de polinizadores

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o sucesso da agricultura do Amazonas é 23,54% dependente da ação dos chamados “polinizadores”, animais que fazem a disseminação e distribuição das sementes que vão gerar a produção de frutas, verduras e hortaliças.

Um dos principais produtos do extrativismo e um dos mais consumidos pelos amazonenses, o tucumã, depende quase que 100% da ação dos polinizadores. Em geral, são animais roedores que comem o caroço e após digerido, nas fezes dissemina pela floresta as novas árvores de tucumanzeiros.

Outro produto importante na mesa do amazonense e do brasileiro, o mel também é dependente da ação de polinizadores, no caso das abelhas, sendo s principais a jandaira e as africanizadas. Elas fertilizam as flores e depois produzem o mel.

Conforme o IBGE, é no extrativismo que está a maior contribuição dos polinizadores. O maior valor médio da contribuição deles está nessa atividade, 78,87%; seguido pela produção agrícola de culturas permanentes (38,71%) e pelas culturas temporárias (6,60%).


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Em toda a a Amazôia a contribuição total foi de 21,60% e a diferença percentual seguiu a mesma linha dos modos de produção do Amazonas, sendo maior a contribuição de polinizadores no extrativismo (81,05%), seguida pela produção agrícola de culturas permanentes (60,98%) e culturas temporárias (13,44%).

Estes dados estão no estudo experimental “Contribuição dos Polinizadores para as Produções Agrícola e Extrativista do Brasil 1981-2023”,” divulgado nesta sexta-feira (18-7)  pelo IBGE do Amazonas.

Conforme os analistas do estudo, “a polinização desempenha um papel crítico na manutenção de vegetais que são a base da cadeia alimentar dos ecossistemas terrestres, contribuindo para a estabilidade deles. Ela também é fundamental para a sustentabilidade de sistemas agrícolas e extrativistas“.

O que é polinização

A polinização é definida como a transferência do pólen entre as partes masculinas e femininas das flores, viabilizando a fertilização e reprodução, através da produção de frutos e sementes.

Ela pode ser mediada por agentes como a água, o vento, a gravidade (polinização abiótica) ou realizada por animas (polinização biótica). Dessa última, dependem quase 90% das plantas com flores do planeta e cerca de 75% das culturas agrícolas.

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Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o sucesso da agricultura do Amazonas é 23,54% dependente da ação dos chamados “polinizadores”, animais que fazem a disseminação e distribuição das sementes que vão gerar a produção de frutas, verduras e hortaliças.

Um dos principais produtos do extrativismo e um dos mais consumidos pelos amazonenses, o tucumã, depende quase que 100% da ação dos polinizadores. Em geral, são animais roedores que comem o caroço e após digerido, nas fezes dissemina pela floresta as novas árvores de tucumanzeiros.

Outro produto importante na mesa do amazonense e do brasileiro, o mel também é dependente da ação de polinizadores, no caso das abelhas, sendo s principais a jandaira e as africanizadas. Elas fertilizam as flores e depois produzem o mel.

Conforme o IBGE, é no extrativismo que está a maior contribuição dos polinizadores. O maior valor médio da contribuição deles está nessa atividade, 78,87%; seguido pela produção agrícola de culturas permanentes (38,71%) e pelas culturas temporárias (6,60%).


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Estes dados estão no estudo experimental “Contribuição dos Polinizadores para as Produções Agrícola e Extrativista do Brasil 1981-2023”,” divulgado nesta sexta-feira (18-7)  pelo IBGE do Amazonas.

Conforme os analistas do estudo, “a polinização desempenha um papel crítico na manutenção de vegetais que são a base da cadeia alimentar dos ecossistemas terrestres, contribuindo para a estabilidade deles. Ela também é fundamental para a sustentabilidade de sistemas agrícolas e extrativistas“.

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