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Professores relatam desespero após perda de plano de saúde no Amazonas

Professores e outros profissionais da rede estadual de ensino realizaram um ato público na manhã desta segunda-feira (6), em frente à sede do Governo do Amazonas, na zona Oeste de Manaus, contra a suspensão do plano de saúde da categoria. Segundo eles, a interrupção do serviço tem causado desespero, especialmente entre aqueles que dependem de tratamento médico contínuo, e motivou a mobilização em busca de uma solução imediata por parte do Estado.

A manifestação, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), protesta cobra o cumprimento de direitos como data-base e enquadramento salarial.

De acordo com o Sinteam, o plano de saúde foi suspenso na última quarta-feira (1º) à noite, deixando milhares de trabalhadores em situação de vulnerabilidade, especialmente aqueles em tratamento de doenças graves.

À Rede Onda Digital, a professora Ana Cristina Rodrigues, que participa da mobilização, explicou as principais reivindicações da categoria.

“Hoje nós estamos reivindicando aqui o retorno do nosso plano de saúde, que foi suspenso na última quarta-feira à noite, deixando um prejuízo enorme para os trabalhadores em educação que estão em tratamento. Alguns até em tratamento de alto risco, como é caso de câncer e hemodiálise, gravidez de risco, que estão com cirurgias marcadas e não estão conseguindo [fazer os procedimentos]”, relatou a docente.

Ela também cobrou o pagamento da data-base e a abertura de negociação para ganho real.

“Nós deveríamos ter recebido no último contracheque já o percentual da inflação e deveríamos ter sentado com o governo do Estado para tratar do ganho real e das outras bandeiras de luta”, pontua.


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“Nós estamos aqui reivindicando que o governo do Estado faça o pagamento, que vai a mais de 52 milhões para a operadora do plano de saúde. Nós precisamos porque os trabalhadores estão aí desesperados, sem seus tratamentos”, argumenta.

Classe quer conversar com Roberto Cidade

Questionada sobre a possibilidade de diálogo com o novo governador em exercício, Roberto Cidade (UB), Ana Cristina afirmou que a categoria quer conversar para que a lei seja cumprida.

“A ideia é essa, é conversar para que se possa estar tendo o que a lei já diz para os trabalhadores em educação: data-base, plano de saúde, enquadramento horizontal e vertical de forma automática, assim como outras bandeiras de luta que já fazem parte da vida dos trabalhadores em educação, porque foram conquistados em momentos como esse, na rua e na luta”, concluiu.

A reportagem procurou o Governo do Estado para se manifestar sobre as acusações e a situação do plano de saúde, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto para posicionamento oficial.

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Professores e outros profissionais da rede estadual de ensino realizaram um ato público na manhã desta segunda-feira (6), em frente à sede do Governo do Amazonas, na zona Oeste de Manaus, contra a suspensão do plano de saúde da categoria. Segundo eles, a interrupção do serviço tem causado desespero, especialmente entre aqueles que dependem de tratamento médico contínuo, e motivou a mobilização em busca de uma solução imediata por parte do Estado.

A manifestação, convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), protesta cobra o cumprimento de direitos como data-base e enquadramento salarial.

De acordo com o Sinteam, o plano de saúde foi suspenso na última quarta-feira (1º) à noite, deixando milhares de trabalhadores em situação de vulnerabilidade, especialmente aqueles em tratamento de doenças graves.

À Rede Onda Digital, a professora Ana Cristina Rodrigues, que participa da mobilização, explicou as principais reivindicações da categoria.

“Hoje nós estamos reivindicando aqui o retorno do nosso plano de saúde, que foi suspenso na última quarta-feira à noite, deixando um prejuízo enorme para os trabalhadores em educação que estão em tratamento. Alguns até em tratamento de alto risco, como é caso de câncer e hemodiálise, gravidez de risco, que estão com cirurgias marcadas e não estão conseguindo [fazer os procedimentos]”, relatou a docente.

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