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Professores da rede municipal de Manaus encerram greve após 8 dias de paralisação

Após oito dias de paralisação, os professores da rede municipal de Manaus decidiram encerrar a greve nesta sexta-feira (21/11), que havia sido convocada pelo Asprom Sindical em protesto contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 8/2025, aprovado pela Câmara Municipal e sancionado na quarta-feira (19/11) pelo prefeito David Almeida (Avante).

Na noite de quinta (20/11), a categoria voltou às ruas para protestar contra a sanção da reforma da Previdência. Durante o ato, pelo menos dez professores disseram ter sido agredidos por agentes da Prefeitura. Em nota, o município negou qualquer tipo de violência, uso de spray de pimenta ou contato físico por parte de servidores ou guardas municipais.

Na manhã desta sexta, o sindicato reuniu os profissionais e confirmou o fim da greve relacionada ao PLC. Apesar disso, a categoria seguirá em “estado de greve”, mantendo a mobilização para discutir outras demandas, como condições de trabalho, direitos da categoria e problemas enfrentados nas escolas.


Leia mais

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Segundo a Prefeitura, a nova lei atinge mais de 20 mil servidores ativos e cerca de 9,5 mil aposentados e pensionistas, modificando idade mínima e regras de aposentadoria para quem ingressou no serviço público depois de 31 de dezembro de 2003. O PLC foi aprovado na segunda (17/11) com 28 votos favoráveis e dez contrários, após meses de discussão.

A diretora-presidente da Manaus Previdência, Daniela Benayon, afirma que a reforma é necessária para manter o equilíbrio do sistema e garantir o pagamento futuro de aposentadorias e pensões. Ela reforça que não haverá aumento nas alíquotas de contribuição de servidores ativos, aposentados ou pensionistas.

A prefeitura informou ainda que estudos técnicos indicaram risco de desequilíbrio financeiro no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) caso a reforma não fosse aprovada. Com a lei já sancionada, a gestão municipal inicia agora a fase de implementação das novas regras, incluindo ajustes administrativos, mudanças nos sistemas de cálculo e capacitação das equipes de RH de todos os órgãos.

*Com informações do G1.

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Após oito dias de paralisação, os professores da rede municipal de Manaus decidiram encerrar a greve nesta sexta-feira (21/11), que havia sido convocada pelo Asprom Sindical em protesto contra o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 8/2025, aprovado pela Câmara Municipal e sancionado na quarta-feira (19/11) pelo prefeito David Almeida (Avante).

Na noite de quinta (20/11), a categoria voltou às ruas para protestar contra a sanção da reforma da Previdência. Durante o ato, pelo menos dez professores disseram ter sido agredidos por agentes da Prefeitura. Em nota, o município negou qualquer tipo de violência, uso de spray de pimenta ou contato físico por parte de servidores ou guardas municipais.

Na manhã desta sexta, o sindicato reuniu os profissionais e confirmou o fim da greve relacionada ao PLC. Apesar disso, a categoria seguirá em “estado de greve”, mantendo a mobilização para discutir outras demandas, como condições de trabalho, direitos da categoria e problemas enfrentados nas escolas.


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A diretora-presidente da Manaus Previdência, Daniela Benayon, afirma que a reforma é necessária para manter o equilíbrio do sistema e garantir o pagamento futuro de aposentadorias e pensões. Ela reforça que não haverá aumento nas alíquotas de contribuição de servidores ativos, aposentados ou pensionistas.

A prefeitura informou ainda que estudos técnicos indicaram risco de desequilíbrio financeiro no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) caso a reforma não fosse aprovada. Com a lei já sancionada, a gestão municipal inicia agora a fase de implementação das novas regras, incluindo ajustes administrativos, mudanças nos sistemas de cálculo e capacitação das equipes de RH de todos os órgãos.

*Com informações do G1.

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