O promotor de Justiça André Epifânio Martins, 5º titular do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MPAM), afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta sexta-feira (7), que o órgão pode apurar a atuação de policiais quando houver suspeitas de falhas em investigações sobre desaparecimentos e supostos suicídios.
Segundo o promotor, o Ministério Público fiscaliza se a atuação dos agentes está de acordo com a legislação e se as medidas adotadas foram legítimas e proporcionais. Caso sejam identificadas irregularidades, o MPAM pode instaurar uma investigação própria.
“Diante de qualquer irregularidade ou ilegalidade, caberá, sim, ao Ministério Público realizar esta investigação e, a depender, se verificar que aquele policial está envolvido, buscar a devida punição e a reparação da vítima”, afirmou.
André Epifânio citou situações em que familiares encontram novas evidências após um caso não ter sido esclarecido pela investigação policial. Entre os exemplos estão desaparecimentos inicialmente não solucionados e mortes registradas como suicídio que, posteriormente, levantaram suspeitas sobre as circunstâncias da ocorrência.
Nessas situações, o Ministério Público pode analisar a atuação policial e verificar se houve falhas, omissões ou outras irregularidades que justifiquem a adoção de novas providências.
O promotor destacou que o controle externo da atividade policial busca garantir a legalidade da atuação dos agentes e, quando necessário, responsabilizar aqueles que tenham cometido irregularidades.
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O promotor de Justiça André Epifânio Martins, 5º titular do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MPAM), afirmou, em entrevista à Rede Onda Digital nesta sexta-feira (7), que o órgão pode apurar a atuação de policiais quando houver suspeitas de falhas em investigações sobre desaparecimentos e supostos suicídios.
Segundo o promotor, o Ministério Público fiscaliza se a atuação dos agentes está de acordo com a legislação e se as medidas adotadas foram legítimas e proporcionais. Caso sejam identificadas irregularidades, o MPAM pode instaurar uma investigação própria.
“Diante de qualquer irregularidade ou ilegalidade, caberá, sim, ao Ministério Público realizar esta investigação e, a depender, se verificar que aquele policial está envolvido, buscar a devida punição e a reparação da vítima”, afirmou.
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