Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Rio Negro volta à normalidade após maior seca dos últimos 121 anos

Subida dos rios é realidade, mas situação de emergência é mantida nos 62 municípios do estado; El Niño ainda provoca poucas chuvas.

O Rio Negro voltou a subir em Manaus: Na terça-feira (6/2), o nível do Rio Negro atingiu 21,46 metros. O valor é quase o dobro do mais baixo, registrado em 26 de outubro de 2023, quando alcançou a cota histórica de 12,70 metros, segundo o Porto de Manaus.

A cheia dos rios amazônicos é uma realidade. Os principais rios do Amazonas já voltaram a subir e seguem apresentando níveis dentro da normalidade para o período, conforme o Serviço Geológico do Brasil (SGB).

Apesar disso, a situação no estado ainda não está totalmente normalizada, e os 62 municípios do estado permanecem em situação de emergência por conta da seca. Francisco Máximo, secretário executivo da Defesa Civil do Amazonas, afirmou:

“Nossos rios já estão em recuperação, isso já permite que comunidades saiam do isolamento. Porém, os fortes impactos causados pela estiagem ainda persistem, por essa razão os 62 municípios estão com seus decretos vigentes, mas muito em breve toda a normalidade social será reestabelecida”.


Leia mais:

Seca histórica reduziu receita do Amazonas em R$ 500 milhões, afirma Wilson Lima

Homem é preso com 435 quilos de drogas em embarcação no rio Negro


El Niño ainda provoca poucas chuvas

Conforme Jussara Cury, pesquisadora de geociências do SGB, após a vazante severa que atingiu o estado, os níveis dos rios ficaram baixos e precisam de tempo para se recuperar, mas eles ainda estão sendo impactados pela pouca quantidade de chuvas durante o El Niño. Ela disse:

“O fenômeno afeta no acumulado de chuvas, que está abaixo do normal para o período. No momento Tabatinga, no Alto Solimões, está apresentando oscilações e até descidas. O mesmo ocorre na parte norte da bacia, como Alto Rio Negro e rio Branco, em Roraima, que estão em recessão e no caso de Boa Vista [capital de Roraima] com níveis baixos para o período”.

A recuperação após a seca

No Lago Tefé, no interior do estado, onde mais de 200 botos morreram – um dos símbolos da crise que o Amazonas enfrentou na seca -, o cenário agora é de normalidade. No entanto, a causa da morte dos animais ainda segue sendo investigada, informou o Instituto Mamirauá.

Já no rio Negro, vários locais observados em Manaus que impressionaram pela presença de mato e pela terra batida, hoje já se encontram dominados pelas águas. No entanto, muitos moradores ainda consideram a subida dos rios lenta.

*Com informações de G1

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Rio Negro voltou a subir em Manaus: Na terça-feira (6/2), o nível do Rio Negro atingiu 21,46 metros. O valor é quase o dobro do mais baixo, registrado em 26 de outubro de 2023, quando alcançou a cota histórica de 12,70 metros, segundo o Porto de Manaus.

A cheia dos rios amazônicos é uma realidade. Os principais rios do Amazonas já voltaram a subir e seguem apresentando níveis dentro da normalidade para o período, conforme o Serviço Geológico do Brasil (SGB).

Apesar disso, a situação no estado ainda não está totalmente normalizada, e os 62 municípios do estado permanecem em situação de emergência por conta da seca. Francisco Máximo, secretário executivo da Defesa Civil do Amazonas, afirmou:

“Nossos rios já estão em recuperação, isso já permite que comunidades saiam do isolamento. Porém, os fortes impactos causados pela estiagem ainda persistem, por essa razão os 62 municípios estão com seus decretos vigentes, mas muito em breve toda a normalidade social será reestabelecida”.


Leia mais:

Seca histórica reduziu receita do Amazonas em R$ 500 milhões, afirma Wilson Lima

Homem é preso com 435 quilos de drogas em embarcação no rio Negro


El Niño ainda provoca poucas chuvas

Conforme Jussara Cury, pesquisadora de geociências do SGB, após a vazante severa que atingiu o estado, os níveis dos rios ficaram baixos e precisam de tempo para se recuperar, mas eles ainda estão sendo impactados pela pouca quantidade de chuvas durante o El Niño. Ela disse:

“O fenômeno afeta no acumulado de chuvas, que está abaixo do normal para o período. No momento Tabatinga, no Alto Solimões, está apresentando oscilações e até descidas. O mesmo ocorre na parte norte da bacia, como Alto Rio Negro e rio Branco, em Roraima, que estão em recessão e no caso de Boa Vista [capital de Roraima] com níveis baixos para o período”.

A recuperação após a seca

No Lago Tefé, no interior do estado, onde mais de 200 botos morreram – um dos símbolos da crise que o Amazonas enfrentou na seca -, o cenário agora é de normalidade. No entanto, a causa da morte dos animais ainda segue sendo investigada, informou o Instituto Mamirauá.

Já no rio Negro, vários locais observados em Manaus que impressionaram pela presença de mato e pela terra batida, hoje já se encontram dominados pelas águas. No entanto, muitos moradores ainda consideram a subida dos rios lenta.

*Com informações de G1

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]