Nesta segunda-feira (9/09), familiares e amigos se reuniram na rua Pau Ferro, na comunidade Val Paraíso no bairro Jorge Teixeira, para pedir justiça pela morte de Gabriel Rhavi de 11 anos, que morreu após ser atingido por um tiro na cabeça durante uma briga entre facções criminosas.
A manifestação foi movida a gritos de “Justiça” e pela frase “Era só um menino”, além de faixas e cartazes pedindo medidas das autoridades para que os suspeitos de atirarem contra Gabriel Rhavi sejam presos.
Foto: Onda Digital
Em entrevista exclusiva à Onda Digital, Jocimara Pinto, que é mãe do menino, emocionada, disse que espera que as autoridades cheguem aos autores do crime e a morte de Gabriel Rhavi não fique impune.
“Eu quero que não fique impune. Os bandidos foram covardes, pois atiraram contra uma criança que tinha sonhos que foi interrompido e peço justiça pela morte dele, eu peço que eles olhem mais pela gente para termos mais segurança, pois estamos com medo de sair na rua e não pode mais deixar nossas crianças sair como aconteceu com o meu, foi e não voltou mais”, disse.
A morte do menino de apenas 11 anos mostra o domínio de facções criminosas que, durante a guerra pelo tráfico, acabam atingindo inocentes. O caso é investigado pela Polícia Civil e até o exato momento, os suspeitos ainda não foram presos.
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Nesta segunda-feira (9/09), familiares e amigos se reuniram na rua Pau Ferro, na comunidade Val Paraíso no bairro Jorge Teixeira, para pedir justiça pela morte de Gabriel Rhavi de 11 anos, que morreu após ser atingido por um tiro na cabeça durante uma briga entre facções criminosas.
A manifestação foi movida a gritos de “Justiça” e pela frase “Era só um menino”, além de faixas e cartazes pedindo medidas das autoridades para que os suspeitos de atirarem contra Gabriel Rhavi sejam presos.
Foto: Onda Digital
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“Eu quero que não fique impune. Os bandidos foram covardes, pois atiraram contra uma criança que tinha sonhos que foi interrompido e peço justiça pela morte dele, eu peço que eles olhem mais pela gente para termos mais segurança, pois estamos com medo de sair na rua e não pode mais deixar nossas crianças sair como aconteceu com o meu, foi e não voltou mais”, disse.
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