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Wilson Lima anuncia criação de comitês e medidas para enfrentamento de queimadas, desmatamento e estiagem no AM

Em coletiva, governador anunciou 4 decretos com medidas para enfrentamento da estiagem; municípios do AM já sofrem com baixa dos rios.

Na manhã desta sexta (5/7), em entrevista coletiva, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), atualizou as informações sobre o enfrentamento da estiagem no estado: Muitos rios já estão em processo de baixa, e o governo se prepara para uma temporada de seca que pode ser tão, ou até mais intensa, que a de 2023.

O governo já decretou emergência em 20 municípios amazonenses. Lima anunciou a assinatura de quatro decretos, com medidas para ajudar populações no enfrentamento da estiagem.


Leia mais:

Estiagem 2024: Sindarma emite alerta sobre nível crítico dos rios no Amazonas

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O primeiro deles é o decreto de Situação de Emergência que alcança as cidades das Calhas do Juruá (Guajará, Ipixuna, Envira, Itamarati, Eirunepé, Carauari e Juruá), Purus (Pauini, Lábrea, Tapauá, Beruri, Canutama, Boca do Acre) e Alto Solimões (Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, São Paulo de Olivença, Amaturá, Santo Antônio do Içá e Tonantins), já afetadas pela vazante. Segundo o governador, os municípios dessas localidades já começaram a sofrer com efeitos de estiagem em abril.

Em segundo lugar, foi instituído o decreto de Situação de Emergência Ambiental em 22 municípios. Esse se refere a municípios na zona metropolitana de Manaus, e visa ajudar no combate a queimadas e desmatamentos nessas áreas. De acordo com o governo, esses municípios constituem 96% das queimadas no estado. Durante a vigência desse decreto, fica proibida a prática do fogo nos seguintes municípios:

  • Apuí;
  • Novo Aripuanã;
  • Manicoré;
  • Humaitá;
  • Canutama;
  • Lábrea;
  • Boca do Acre;
  • Manaus;
  • Iranduba;
  • Novo Airão;
  • Careiro da Várzea;
  • Rio Preto da Eva;
  • Itacoatiara;
  • Presidente Figueiredo;
  • Manacapuru;
  • Careiro Castanho;
  • Autazes;
  • Silves;
  • Itapiranga;
  • Manaquiri.

O terceiro decreto se refere à criação do Comitê de Enfrentamento à Estiagem, e envolverá representantes de 33 secretarias diretas e indiretas, que trabalharão para ajudar as populações no momento de emergência. Esse colegiado vai deliberar, a partir de agora, sobre as atividades dos órgãos que o compõem as ações de prevenção, preparação, mitigação e resposta à estiagem.

E por fim, o quarto decreto anuncia a criação do Comitê Técnico-Científico sobre Mudanças Climáticas e temas correlatos. Ele será composto de dez especialistas em temas específicos relacionados às Mudanças Climáticas Extremas: Recursos Hídricos e Energéticos; Saúde Pública; Educação Ambiental; Ações Degradantes; Impacto Econômico; Prevenção, Mitigação e Adaptação; Segurança Social e Alimentar; Transporte; Florestas e Clima; Impactos de Pesquisas Aplicadas e Tecnológicas.

O governador explicou as medidas:

“O Decreto de Emergência é importante para que se possa dar amparo legal aos municípios e que eles possam se mobilizar e que a gente possa também estabelecer essa relação e essa comunicação com o Governo Federal. É importante para que a gente tenha um guarda-chuva de legalidade para tomar as decisões e as ações que vamos tomar, para que essa ajuda possa chegar o mais breve possível”.

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Na manhã desta sexta (5/7), em entrevista coletiva, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), atualizou as informações sobre o enfrentamento da estiagem no estado: Muitos rios já estão em processo de baixa, e o governo se prepara para uma temporada de seca que pode ser tão, ou até mais intensa, que a de 2023.

O governo já decretou emergência em 20 municípios amazonenses. Lima anunciou a assinatura de quatro decretos, com medidas para ajudar populações no enfrentamento da estiagem.


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Em segundo lugar, foi instituído o decreto de Situação de Emergência Ambiental em 22 municípios. Esse se refere a municípios na zona metropolitana de Manaus, e visa ajudar no combate a queimadas e desmatamentos nessas áreas. De acordo com o governo, esses municípios constituem 96% das queimadas no estado. Durante a vigência desse decreto, fica proibida a prática do fogo nos seguintes municípios:

  • Apuí;
  • Novo Aripuanã;
  • Manicoré;
  • Humaitá;
  • Canutama;
  • Lábrea;
  • Boca do Acre;
  • Manaus;
  • Iranduba;
  • Novo Airão;
  • Careiro da Várzea;
  • Rio Preto da Eva;
  • Itacoatiara;
  • Presidente Figueiredo;
  • Manacapuru;
  • Careiro Castanho;
  • Autazes;
  • Silves;
  • Itapiranga;
  • Manaquiri.

O terceiro decreto se refere à criação do Comitê de Enfrentamento à Estiagem, e envolverá representantes de 33 secretarias diretas e indiretas, que trabalharão para ajudar as populações no momento de emergência. Esse colegiado vai deliberar, a partir de agora, sobre as atividades dos órgãos que o compõem as ações de prevenção, preparação, mitigação e resposta à estiagem.

E por fim, o quarto decreto anuncia a criação do Comitê Técnico-Científico sobre Mudanças Climáticas e temas correlatos. Ele será composto de dez especialistas em temas específicos relacionados às Mudanças Climáticas Extremas: Recursos Hídricos e Energéticos; Saúde Pública; Educação Ambiental; Ações Degradantes; Impacto Econômico; Prevenção, Mitigação e Adaptação; Segurança Social e Alimentar; Transporte; Florestas e Clima; Impactos de Pesquisas Aplicadas e Tecnológicas.

O governador explicou as medidas:

“O Decreto de Emergência é importante para que se possa dar amparo legal aos municípios e que eles possam se mobilizar e que a gente possa também estabelecer essa relação e essa comunicação com o Governo Federal. É importante para que a gente tenha um guarda-chuva de legalidade para tomar as decisões e as ações que vamos tomar, para que essa ajuda possa chegar o mais breve possível”.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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