Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

MPF trava avanço da Petrobras na Foz do Amazonas e exige estudos de impacto real

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Ibama que não autorize novas perfurações de petróleo na Foz do Amazonas sem a atualização e o aprofundamento dos estudos de impacto ambiental pela Petrobras.

O órgão questiona a tentativa de liberar a exploração de três poços adicionais Marolo, Manga e Maracujá por meio de simples “ajuste burocrático”, exigindo que o licenciamento do Bloco FZA-M-59 considere os efeitos conjuntos e acumulados de todas as operações previstas, e não de forma isolada.

Segundo os procuradores do Pará e do Amapá, há uma contradição entre o discurso público da Petrobras e seu planejamento técnico. Enquanto a comunicação oficial foca em apenas um poço (“Morpho”), cronogramas internos já preveem outras três perfurações entre 2027 e 2029.

O MPF argumenta que essa fragmentação mascara riscos socioambientais reais, como o aumento do tráfego de navios, ruído excessivo e o perigo potencial de vazamentos em uma região sensível.

Leia mais

Além das perfurações, o MPF pede a suspensão imediata das pesquisas sísmicas na área. O órgão identificou que o mapeamento do solo marinho, realizado com canhões de ar comprimido, está avançando sem dados primários coletados no local.

Para o Ministério Público, é indispensável que a empresa realize estudos de campo reais sobre o ecossistema antes de prosseguir com os pulsos sonoros, sob risco de danos graves à fauna marinha.

As recomendações estabelecem que o Ibama deve suspender reuniões públicas e prazos de manifestação até que a Petrobras apresente a documentação técnica completa.

O objetivo é garantir que a sociedade e os órgãos reguladores tenham clareza sobre a proporção real da exploração na Foz do Amazonas, assegurando que o desenvolvimento econômico não ocorra mediante a omissão de dados críticos de segurança ambiental.

*Com informações do Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Ibama que não autorize novas perfurações de petróleo na Foz do Amazonas sem a atualização e o aprofundamento dos estudos de impacto ambiental pela Petrobras.

O órgão questiona a tentativa de liberar a exploração de três poços adicionais Marolo, Manga e Maracujá por meio de simples “ajuste burocrático”, exigindo que o licenciamento do Bloco FZA-M-59 considere os efeitos conjuntos e acumulados de todas as operações previstas, e não de forma isolada.

Segundo os procuradores do Pará e do Amapá, há uma contradição entre o discurso público da Petrobras e seu planejamento técnico. Enquanto a comunicação oficial foca em apenas um poço (“Morpho”), cronogramas internos já preveem outras três perfurações entre 2027 e 2029.

O MPF argumenta que essa fragmentação mascara riscos socioambientais reais, como o aumento do tráfego de navios, ruído excessivo e o perigo potencial de vazamentos em uma região sensível.

Leia mais

Além das perfurações, o MPF pede a suspensão imediata das pesquisas sísmicas na área. O órgão identificou que o mapeamento do solo marinho, realizado com canhões de ar comprimido, está avançando sem dados primários coletados no local.

Para o Ministério Público, é indispensável que a empresa realize estudos de campo reais sobre o ecossistema antes de prosseguir com os pulsos sonoros, sob risco de danos graves à fauna marinha.

As recomendações estabelecem que o Ibama deve suspender reuniões públicas e prazos de manifestação até que a Petrobras apresente a documentação técnica completa.

O objetivo é garantir que a sociedade e os órgãos reguladores tenham clareza sobre a proporção real da exploração na Foz do Amazonas, assegurando que o desenvolvimento econômico não ocorra mediante a omissão de dados críticos de segurança ambiental.

*Com informações do Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Governo libera R$ 64 milhões para enfrentar impactos do El Niño na Amazônia

O governo federal publicou a Medida Provisória nº 1.392/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 64,289 milhões para ações de segurança alimentar e...

Ministério da Saúde amplia rede de UBSs no Norte devido ao El Niño

A Região Norte sofre os efeitos do El Niño, que já provoca seca histórica dos rios da bacia amazônica. A seca reduz o nível...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Entre prédios e avenidas, uma floresta amazônica sobrevive em Manaus

Quem circula pela Avenida Rodrigo Otávio, em Manaus, talvez não imagine que, por trás dos prédios e das vias do campus da Universidade Federal...

Borba, Beruri, Tapauá, Humaitá, Careiro e Autazes entram no mapa das novas reservas do AM

Os municípios de Borba, Beruri, Tapauá, Humaitá, Careiro e Autazes passaram a integrar o mapa das novas áreas de conservação criadas pelo governo federal...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Você sabe como as vacinas chegam às aldeias mais isoladas da Amazônia? Entenda a logística

Em regiões onde estradas e rios não são suficientes para garantir o acesso, as vacinas chegam pelo ar. A partir deste domingo (30), a...

Desmatamento avança e coloca terras indígenas do Amazonas entre as mais ameaçadas do país

Relatório intitulado "Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas", publicado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), consolida o Amazonas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Governo libera R$ 64 milhões para enfrentar impactos do El Niño na Amazônia

O governo federal publicou a Medida Provisória nº 1.392/2026, que abre um crédito extraordinário de R$ 64,289 milhões para ações de segurança alimentar e...

Ministério da Saúde amplia rede de UBSs no Norte devido ao El Niño

A Região Norte sofre os efeitos do El Niño, que já provoca seca histórica dos rios da bacia amazônica. A seca reduz o nível...

Entre prédios e avenidas, uma floresta amazônica sobrevive em Manaus

Quem circula pela Avenida Rodrigo Otávio, em Manaus, talvez não imagine que, por trás dos prédios e das vias do campus da Universidade Federal...

Borba, Beruri, Tapauá, Humaitá, Careiro e Autazes entram no mapa das novas reservas do AM

Os municípios de Borba, Beruri, Tapauá, Humaitá, Careiro e Autazes passaram a integrar o mapa das novas áreas de conservação criadas pelo governo federal...

Você sabe como as vacinas chegam às aldeias mais isoladas da Amazônia? Entenda a logística

Em regiões onde estradas e rios não são suficientes para garantir o acesso, as vacinas chegam pelo ar. A partir deste domingo (30), a...

Desmatamento avança e coloca terras indígenas do Amazonas entre as mais ameaçadas do país

Relatório intitulado "Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas", publicado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), consolida o Amazonas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]