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Novo programa federal aposta na Rota Amazônica para ligar o Brasil ao Pacífico

A criação do Programa Rotas de Integração Sul-Americana, chamado de Rotas, foi oficializada pelo governo federal com a publicação da Portaria GM/MPO nº 26 no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (3/2). A iniciativa tem como objetivo planejar e articular ações integradas para fortalecer a infraestrutura física, digital, social, ambiental e cultural entre os países da América do Sul.

Entre os principais eixos do programa está a Rota Amazônica, considerada estratégica para a integração regional. O corredor percorre o estado do Amazonas ao longo do eixo do Rio Solimões, conectando o Brasil à Colômbia, ao Equador e ao Peru, com acesso direto ao Oceano Pacífico. A proposta reforça o papel da Amazônia como ponte logística, econômica e geopolítica entre o Atlântico e o Pacífico, além de ampliar oportunidades de desenvolvimento sustentável na região.

O programa Rotas também tem como missão articular medidas necessárias para a implementação de projetos de integração sul-americana em território brasileiro, além de atuar de forma coordenada com órgãos governamentais de países vizinhos. A iniciativa prevê ainda a cooperação com organismos internacionais para viabilizar projetos regionais e consolidar parcerias voltadas à elaboração de estudos técnicos e pesquisas aplicadas sobre integração continental.


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A estrutura do Rotas está organizada em redes de infraestrutura baseadas em abordagens como a multimodalidade de transportes, a integração energética e digital, a unidade geoeconômica da América do Sul, a bioceanidade e as dinâmicas fronteiriças e não fronteiriças dentro do território nacional.

Além da Rota Amazônica, o programa contempla outros corredores estratégicos, como a Rota Ilha das Guianas, a Rota Quadrante Rondon, a Rota Bioceânica de Capricórnio e a Rota Bioceânica do Sul, que conectam diferentes regiões do Brasil a países da América do Sul e a portos nos oceanos Atlântico e Pacífico.

O Rotas será orientado pelo princípio da transversalidade, com foco em boas práticas de governança e responsabilidade socioambiental. O programa atuará em alinhamento com as deliberações da Comissão Interministerial para a Infraestrutura e o Planejamento da Integração da América do Sul e demais instâncias de governança relacionadas às políticas de integração regional.

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A criação do Programa Rotas de Integração Sul-Americana, chamado de Rotas, foi oficializada pelo governo federal com a publicação da Portaria GM/MPO nº 26 no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (3/2). A iniciativa tem como objetivo planejar e articular ações integradas para fortalecer a infraestrutura física, digital, social, ambiental e cultural entre os países da América do Sul.

Entre os principais eixos do programa está a Rota Amazônica, considerada estratégica para a integração regional. O corredor percorre o estado do Amazonas ao longo do eixo do Rio Solimões, conectando o Brasil à Colômbia, ao Equador e ao Peru, com acesso direto ao Oceano Pacífico. A proposta reforça o papel da Amazônia como ponte logística, econômica e geopolítica entre o Atlântico e o Pacífico, além de ampliar oportunidades de desenvolvimento sustentável na região.

O programa Rotas também tem como missão articular medidas necessárias para a implementação de projetos de integração sul-americana em território brasileiro, além de atuar de forma coordenada com órgãos governamentais de países vizinhos. A iniciativa prevê ainda a cooperação com organismos internacionais para viabilizar projetos regionais e consolidar parcerias voltadas à elaboração de estudos técnicos e pesquisas aplicadas sobre integração continental.


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