Mais de 87% dos casos de câncer de pulmão registrados no SUS entre 2020 e 2025 foram identificados nos estágios 3 e 4, quando a doença já está mais avançada. Os dados foram analisados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) a partir do Painel de Oncologia.
Dos 49 mil registros de estadiamento analisados, 31.467 estavam no estágio 4, com metástase, e 11.704 no estágio 3. Os estágios iniciais representaram uma parcela menor: 3% no estágio 0, 4% no estágio 1 e 5,1% no estágio 2.
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O câncer de pulmão é o tipo de câncer que mais mata no Brasil, com cerca de 31 mil mortes por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença costuma não apresentar sintomas no início. Quando surgem sinais como tosse, falta de ar e perda de peso, o tumor pode já estar avançado.
O tabagismo é o principal fator de risco. Segundo o Inca, fumantes podem ter até 30 vezes mais risco de morrer pela doença.
O SUS ainda não oferece rastreamento nacional. Um estudo coordenado pelo Inca avalia como implementar o exame na rede pública. A tomografia de baixa dose é usada para identificar nódulos antes do aparecimento de sintomas.
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Mais de 87% dos casos de câncer de pulmão registrados no SUS entre 2020 e 2025 foram identificados nos estágios 3 e 4, quando a doença já está mais avançada. Os dados foram analisados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) a partir do Painel de Oncologia.
Dos 49 mil registros de estadiamento analisados, 31.467 estavam no estágio 4, com metástase, e 11.704 no estágio 3. Os estágios iniciais representaram uma parcela menor: 3% no estágio 0, 4% no estágio 1 e 5,1% no estágio 2.
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