A mudança foi respaldada por estudos clínicos que apontaram eficácia mantida e segurança favorável durante o quarto e o quinto anos de utilização. No principal estudo apresentado à Agência, não foram registradas gestações durante o período adicional de uso.
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A Anvisa também autorizou a inserção do implante imediatamente após o parto ou após um aborto, tanto no primeiro quanto no segundo trimestre da gestação. A medida busca facilitar o acesso ao contraceptivo e diminuir o risco de gravidez não planejada após a alta hospitalar.
A avaliação considerou evidências científicas e dados de segurança analisados pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que indicaram uma relação favorável entre benefícios e riscos. A duração de cinco anos já havia sido aprovada por autoridades regulatórias dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.
O etonogestrel é um hormônio sintético que atua principalmente impedindo a ovulação e tornando o muco cervical mais espesso, dificultando a passagem dos espermatozoides.
A decisão consta na Resolução 4.184/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU).
