Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Canetas emagrecedoras no SUS vão exigir receita e priorizar pessoas com comorbidades

As chamadas canetas emagrecedoras poderão ser oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a incorporação ainda depende de avaliação técnica, definição de critérios clínicos e disponibilidade orçamentária. Caso sejam incluídos na rede pública, os medicamentos serão destinados a pacientes selecionados, com prescrição e acompanhamento médico.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o governo prepara um protocolo clínico para estabelecer quais grupos poderão receber o tratamento. Segundo ele, a proposta não é disponibilizar os medicamentos para fins estéticos, mas utilizá-los no controle da obesidade e de doenças associadas.

Entre as situações avaliadas pelo Ministério da Saúde estão pacientes que aguardam cirurgia bariátrica, pessoas com obesidade e problemas cardíacos e mulheres que tiveram câncer de mama. Nesse último grupo, o governo pretende verificar se o tratamento pode contribuir para reduzir o risco de retorno da doença.

O objetivo é analisar se o uso desses medicamentos pode melhorar as condições de saúde dos pacientes e, em determinados casos, evitar a necessidade de cirurgia bariátrica. Padilha ressaltou que a eventual oferta deverá ocorrer com indicação médica e acompanhamento especializado.


Leia mais

Redes de TV dos EUA suspendem cobertura de Trump em apoio à CNN

Impacto financeiro de bets no SUS chega a R$ 30,6 bilhões por ano, diz AgSUS


Estudo acompanha 250 pacientes

O Ministério da Saúde conduz o estudo Real-Bari no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre. A pesquisa utiliza semaglutida e prevê o acompanhamento de 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças.

O protocolo de pesquisa foi elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a equipe técnica do hospital. O trabalho pretende avaliar a segurança e os resultados do tratamento, além de estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo dos participantes por médicos especialistas.

Apesar das declarações do governo, ainda não há prazo definido para a oferta nacional. Uma eventual incorporação também deverá passar pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), além de exigir a definição do financiamento e da participação de estados e municípios.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

As chamadas canetas emagrecedoras poderão ser oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas a incorporação ainda depende de avaliação técnica, definição de critérios clínicos e disponibilidade orçamentária. Caso sejam incluídos na rede pública, os medicamentos serão destinados a pacientes selecionados, com prescrição e acompanhamento médico.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o governo prepara um protocolo clínico para estabelecer quais grupos poderão receber o tratamento. Segundo ele, a proposta não é disponibilizar os medicamentos para fins estéticos, mas utilizá-los no controle da obesidade e de doenças associadas.

Entre as situações avaliadas pelo Ministério da Saúde estão pacientes que aguardam cirurgia bariátrica, pessoas com obesidade e problemas cardíacos e mulheres que tiveram câncer de mama. Nesse último grupo, o governo pretende verificar se o tratamento pode contribuir para reduzir o risco de retorno da doença.

O objetivo é analisar se o uso desses medicamentos pode melhorar as condições de saúde dos pacientes e, em determinados casos, evitar a necessidade de cirurgia bariátrica. Padilha ressaltou que a eventual oferta deverá ocorrer com indicação médica e acompanhamento especializado.


Leia mais

Redes de TV dos EUA suspendem cobertura de Trump em apoio à CNN

Impacto financeiro de bets no SUS chega a R$ 30,6 bilhões por ano, diz AgSUS


Estudo acompanha 250 pacientes

O Ministério da Saúde conduz o estudo Real-Bari no Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre. A pesquisa utiliza semaglutida e prevê o acompanhamento de 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças.

O protocolo de pesquisa foi elaborado pelo Ministério da Saúde em parceria com a equipe técnica do hospital. O trabalho pretende avaliar a segurança e os resultados do tratamento, além de estabelecer diretrizes para o acompanhamento contínuo dos participantes por médicos especialistas.

Apesar das declarações do governo, ainda não há prazo definido para a oferta nacional. Uma eventual incorporação também deverá passar pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), além de exigir a definição do financiamento e da participação de estados e municípios.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Justiça libera R$ 2,68 bilhões em atrasados do INSS; veja quem pode receber

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 3,22 bilhões para o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) a pessoas que venceram ações...

Greve dos Correios continua após TST suspender julgamento sobre paralisação

A greve dos Correios continua em todo o país após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspender, nesta segunda-feira (21), o julgamento que vai...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

SUS passa a oferecer cirurgia menos invasiva para glaucoma e catarata

O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) novos procedimentos cirúrgicos que permitem tratar glaucoma e catarata em uma única intervenção....

INSS pagará R$ 2,7 bilhões em atrasados a aposentados e pensionistas

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,7 bilhões para o pagamento de valores atrasados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Discord remove apps usados para burlar bloqueio de lives no Brasil

A plataforma Discord anunciou nesta segunda-feira (21/9) que removeu aplicativos de terceiros que estavam sendo utilizados para contornar a suspensão dos recursos de vídeo...

Moraes vira relator de pedido que envolve esposa e Vorcaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado relator de um mandado de segurança que pede ao Senado a divulgação...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Justiça libera R$ 2,68 bilhões em atrasados do INSS; veja quem pode receber

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 3,22 bilhões para o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) a pessoas que venceram ações...

Greve dos Correios continua após TST suspender julgamento sobre paralisação

A greve dos Correios continua em todo o país após o Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspender, nesta segunda-feira (21), o julgamento que vai...

SUS passa a oferecer cirurgia menos invasiva para glaucoma e catarata

O Ministério da Saúde incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) novos procedimentos cirúrgicos que permitem tratar glaucoma e catarata em uma única intervenção....

INSS pagará R$ 2,7 bilhões em atrasados a aposentados e pensionistas

O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,7 bilhões para o pagamento de valores atrasados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a...

Discord remove apps usados para burlar bloqueio de lives no Brasil

A plataforma Discord anunciou nesta segunda-feira (21/9) que removeu aplicativos de terceiros que estavam sendo utilizados para contornar a suspensão dos recursos de vídeo...

Moraes vira relator de pedido que envolve esposa e Vorcaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado relator de um mandado de segurança que pede ao Senado a divulgação...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]