Um estudo internacional encontrou diferenças genéticas que podem ajudar a explicar por que a diabetes tipo 1 não evolui da mesma forma em todos os pacientes. A pesquisa foi publicada em 31 de agosto de 2026 na revista científica Diabetologia.
O trabalho, intitulado “Genetic association stratified by HLA-DR3 and HLA-DR4 status reveals heterogeneity in pathways of progression to type 1 diabetes”, é assinado por Amber M. Luckett e outros pesquisadores ligados principalmente à Universidade de Exeter, no Reino Unido, e à Universidade da Califórnia em San Diego.
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Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram dados de 9.091 pessoas com diabetes tipo 1 e 14.157 participantes sem a doença. A equipe observou dois perfis genéticos associados ao risco de desenvolver a condição: HLA-DR3 e HLA-DR4.
A comparação mostrou diferenças nos caminhos biológicos relacionados ao desenvolvimento e à progressão da doença entre os grupos.
Os resultados sugerem que a diabetes tipo 1 é geneticamente heterogênea, ou seja, pode envolver mecanismos diferentes dependendo do perfil genético do paciente. A descoberta pode ajudar a compreender melhor a evolução da doença e, futuramente, contribuir para tratamentos mais específicos.
O estudo, porém, não afirma que existam duas doenças diferentes, mas reforça a possibilidade de subformas da diabetes tipo 1 com características biológicas distintas.
Leia o estudo completo na revista Diabetologia
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Um estudo internacional encontrou diferenças genéticas que podem ajudar a explicar por que a diabetes tipo 1 não evolui da mesma forma em todos os pacientes. A pesquisa foi publicada em 31 de agosto de 2026 na revista científica Diabetologia.
O trabalho, intitulado “Genetic association stratified by HLA-DR3 and HLA-DR4 status reveals heterogeneity in pathways of progression to type 1 diabetes”, é assinado por Amber M. Luckett e outros pesquisadores ligados principalmente à Universidade de Exeter, no Reino Unido, e à Universidade da Califórnia em San Diego.
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O estudo, porém, não afirma que existam duas doenças diferentes, mas reforça a possibilidade de subformas da diabetes tipo 1 com características biológicas distintas.
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