A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro entrou com três ações judiciais para tentar reaver R$ 616 milhões investidos pelo Rioprevidência em fundos ligados ao Grupo Master, que está em liquidação extrajudicial. Segundo a Polícia Federal, o fundo previdenciário aplicou cerca de R$ 3,7 bilhões em ativos vinculados ao conglomerado durante a gestão do governador Cláudio Castro.
Uma das ações questiona R$ 481,4 milhões investidos no fundo Revolution, cuja carteira permanece sob sigilo e reúne ativos de crédito privado com rentabilidade considerada fora dos padrões do mercado.
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A PGE afirma que a falta de transparência e decisões que ampliaram riscos aos cotistas podem causar prejuízos aos cofres públicos.
Outra ação envolve o fundo Texas I FIA, que recebeu R$ 150 milhões do Rioprevidência e perdeu mais de 90% do seu valor em um ano. Para a Procuradoria, a desvalorização estaria ligada a uma operação coordenada com ações da Ambipar, que teria inflado artificialmente os preços dos papéis. O órgão sustenta que o Rioprevidência foi induzido a investir em um ativo sem fundamentos consistentes.
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A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro entrou com três ações judiciais para tentar reaver R$ 616 milhões investidos pelo Rioprevidência em fundos ligados ao Grupo Master, que está em liquidação extrajudicial. Segundo a Polícia Federal, o fundo previdenciário aplicou cerca de R$ 3,7 bilhões em ativos vinculados ao conglomerado durante a gestão do governador Cláudio Castro.
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