O nome do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), aparece em planilhas apreendidas durante investigações contra o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Segundo informações divulgadas pelo blog do jornalista Octavio Guedes, o parlamentar seria identificado pelo codinome “Barba”.
De acordo com a apuração, as planilhas registram três pagamentos que, juntos, somam cerca de R$ 3,9 milhões. Os valores teriam sido entregues em dinheiro vivo: R$ 2 milhões em julho, R$ 925 mil em agosto e R$ 1 milhão em setembro. Os documentos, no entanto, não informam a que ano esses repasses se referem.
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As investigações apontam que Adilsinho utilizava planilhas para controlar pagamentos feitos a pessoas identificadas como “clientes”. Os registros incluem transferências bancárias, depósitos e entregas em espécie. No caso atribuído ao codinome “Barba”, os valores teriam sido pagos exclusivamente em dinheiro.
As mesmas planilhas também citam o nome do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), conforme revelado anteriormente pela investigação.
A defesa de Adilsinho contesta as acusações e nega qualquer irregularidade. Até o momento, não houve manifestação pública de Rodrigo Bacellar sobre o conteúdo das planilhas divulgadas.
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O nome do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), aparece em planilhas apreendidas durante investigações contra o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho. Segundo informações divulgadas pelo blog do jornalista Octavio Guedes, o parlamentar seria identificado pelo codinome “Barba”.
De acordo com a apuração, as planilhas registram três pagamentos que, juntos, somam cerca de R$ 3,9 milhões. Os valores teriam sido entregues em dinheiro vivo: R$ 2 milhões em julho, R$ 925 mil em agosto e R$ 1 milhão em setembro. Os documentos, no entanto, não informam a que ano esses repasses se referem.
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