O Bloquinho do 22 realizado nesta segunda-feira (19/10) em Manaus mostrou que a direita no Amazonas tem força e mobilização. Mas também expôs um desafio para Maria do Carmo.
Maria estava no palanque porque é candidata do PL e integra esse campo político. Mas o protagonismo da mobilização estava claramente nas lideranças nacionais, especialmente Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.
Maria estava junto. Mas estar no mesmo palanque não significa ter a mesma força.
O primeiro turno já havia mostrado essa diferença. Flávio Bolsonaro recebeu 800.691 votos no Amazonas. Maria do Carmo teve 507.335 votos para o Governo. São disputas diferentes. Mas o dado mostra que uma parcela importante do eleitorado que escolheu Flávio para presidente não repetiu automaticamente essa escolha para o Governo.
E o ato desta segunda reforçou essa leitura.
As pessoas foram à Ponta Negra atraídas por um movimento nacional da direita e por lideranças que já possuem forte identificação com esse público. Maria estava inserida nesse ambiente, mas o protagonismo daquela mobilização não era dela.
Esse talvez seja o principal ponto político deixado pelo evento.
O desafio de Maria continua sendo tentar colar sua imagem a esse movimento nacional da direita e transformar o apoio dessas lideranças em identificação com a sua própria candidatura. Até agora, ela conseguiu dividir o palanque com os principais nomes da direita nacional, resta saber se, até domingo, conseguirá fazer esse eleitorado enxergá la como parte desse mesmo movimento. As urnas vão mostrar.
Post Views: 0
- Publicidade -[adrotate group="7"]
O Bloquinho do 22 realizado nesta segunda-feira (19/10) em Manaus mostrou que a direita no Amazonas tem força e mobilização. Mas também expôs um desafio para Maria do Carmo.
Maria estava no palanque porque é candidata do PL e integra esse campo político. Mas o protagonismo da mobilização estava claramente nas lideranças nacionais, especialmente Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.
Maria estava junto. Mas estar no mesmo palanque não significa ter a mesma força.
O primeiro turno já havia mostrado essa diferença. Flávio Bolsonaro recebeu 800.691 votos no Amazonas. Maria do Carmo teve 507.335 votos para o Governo. São disputas diferentes. Mas o dado mostra que uma parcela importante do eleitorado que escolheu Flávio para presidente não repetiu automaticamente essa escolha para o Governo.
E o ato desta segunda reforçou essa leitura.
As pessoas foram à Ponta Negra atraídas por um movimento nacional da direita e por lideranças que já possuem forte identificação com esse público. Maria estava inserida nesse ambiente, mas o protagonismo daquela mobilização não era dela.
Esse talvez seja o principal ponto político deixado pelo evento.
O desafio de Maria continua sendo tentar colar sua imagem a esse movimento nacional da direita e transformar o apoio dessas lideranças em identificação com a sua própria candidatura. Até agora, ela conseguiu dividir o palanque com os principais nomes da direita nacional, resta saber se, até domingo, conseguirá fazer esse eleitorado enxergá la como parte desse mesmo movimento. As urnas vão mostrar.
Post Views: 0
- Publicidade -[adrotate group="9"]