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Rodrigo Sá some da convenção e evidencia crise com o grupo de Cidade

A ausência do presidente estadual do PP, vereador Rodrigo Sá, na convenção da Federação União Progressista (União Brasil + PP), realizada nesta terça-feira (4), alimentou a interpretação de que ele rompeu com o grupo liderado pelo governador Roberto Cidade e o pré-candidato ao Senado Wilson Lima.

Até a renúncia de Wilson Lima ao governo do Estado, em 4 de abril deste ano, Rodrigo Sá era o candidato do grupo governista ao Senado Federal e já havia iniciado contatos para a campanha majoritária. Padrinho da indicação de Sá ao Senado, Wilson Lima assumiu a vaga imediatamente, sem garantir ao vereador a segunda cadeira, que até hoje segue sem nome indicado pela convenção.

A alternativa apresentada a Rodrigo Sá foi a disputa de uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado, onde o PP não tem representante na atual legislatura e dificilmente conseguirá reunir votos suficientes para eleger um nome, já que o União Brasil, outro partido da federação, mantém uma bancada consolidada de oito deputados estaduais.

Vereador não confirma motivo da ausência

Rodrigo Sá não respondeu aos pedidos de entrevista feitos nesta quarta-feira. A Onda Digital apurou que ele não compareceu à convenção por estar doente e sem condições de participar do evento. Ainda assim, seu nome consta na ata de registro da nominata da federação como candidato a deputado estadual.

A permanência do nome de Rodrigo Sá na nominata, mesmo diante da ausência não explicada publicamente pelo próprio vereador, mantém em aberto a real extensão do desgaste entre ele e o grupo governista.

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A ausência do presidente estadual do PP, vereador Rodrigo Sá, na convenção da Federação União Progressista (União Brasil + PP), realizada nesta terça-feira (4), alimentou a interpretação de que ele rompeu com o grupo liderado pelo governador Roberto Cidade e o pré-candidato ao Senado Wilson Lima.

Até a renúncia de Wilson Lima ao governo do Estado, em 4 de abril deste ano, Rodrigo Sá era o candidato do grupo governista ao Senado Federal e já havia iniciado contatos para a campanha majoritária. Padrinho da indicação de Sá ao Senado, Wilson Lima assumiu a vaga imediatamente, sem garantir ao vereador a segunda cadeira, que até hoje segue sem nome indicado pela convenção.

A alternativa apresentada a Rodrigo Sá foi a disputa de uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado, onde o PP não tem representante na atual legislatura e dificilmente conseguirá reunir votos suficientes para eleger um nome, já que o União Brasil, outro partido da federação, mantém uma bancada consolidada de oito deputados estaduais.

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