Home Brasil O que diferencia o rope jump do bungee jump? Entenda após acidente fatal em SP

O que diferencia o rope jump do bungee jump? Entenda após acidente fatal em SP

0
O que diferencia o rope jump do bungee jump? Entenda após acidente fatal em SP

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu neste sábado (13/6) após ser lançada de uma altura de 40 metros durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). O acidente aconteceu porque a corda de segurança não foi fixada na vítima. O momento foi registrado em vídeo.

Diante desse cenário, muitas dúvidas ocorrem do que se trata o esporte e se existe semelhança com o bungee jump. Por isso, entenda as diferenças entre essas duas modalidades.

No rope jumping (pulo com corda, em inglês), o participante pula de locais altos, como pontes, viadutos e prédios, preso a um sistema de cordas projetado para interromper a queda de forma controlada.

A prática costuma ser comparada ao bungee jump, mas há diferenças.

No bungee jump, usa-se uma corda elástica, que faz a pessoa quicar várias vezes após o salto. Já no rope jump, o sistema é parecido com o de escalada. Quando a queda é interrompida, o praticante faz um movimento de pêndulo, balançando de um lado para o outro. Por isso, o esporte também é conhecido como “pêndulo humano”.


Leia mais

Com dois ataques em 24h, Recife reforça monitoramento e estudo de tubarões

Caso Ganley: saiba dos riscos do uso de insulina por fisiculturistas


Protocolos de segurança

Antes do salto, a equipe deve checar se tudo está conectado. Empresas profissionais adotam a checagem dupla: mais de um instrutor confirma se os equipamentos estão fixados antes de autorizar a queda.

No caso de Maria Eduarda, a falha humana pode ter causado a tragédia. A corda não foi presa, e a jovem caiu de uma altura de 40 metros. Seis pessoas foram detidas, incluindo dois instrutores que fugiram, mas foram capturados.

Riscos do esporte

O rope jump é uma atividade de alto risco. A segurança depende exclusivamente da correta fixação dos equipamentos. A falta de treinamento ou negligência pode ser fatal. O caso segue em investigação pela Polícia Civil de Limeira.