Nos bastidores, circulam rumores de que Omar Aziz pode estar por trás da movimentação que levou à saída simultânea de Wilson Lima e Tadeu de Souza.
As informações que ganham força são de que o movimento pode ter sido articulado para abrir espaço para a eleição indireta ao Governo do Estado.
E, nesse cenário, o nome de Omar aparece em evidência.
A eleição indireta permite que qualquer nome com apoio dentro da Assembleia entre no jogo.
Hoje, são necessários 13 votos dos 24 deputados estaduais para vencer. Nos bastidores, já se fala que Omar teria cerca de 9 apoios já alinhados.
Ainda não garante vitória, mas mostra que existe uma grande articulação em curso.
Um outro movimento recente também chamou atenção.
Omar anunciou Alessandra Campelo como vice em sua chapa ao governo, mesmo ela sendo uma grande aliada de Roberto Cidade.
Para quem acompanha de perto, o gesto não é isolado. São sinais.
Se esse cenário avançar, Omar pode antecipar o jogo e chegar a 2026 com uma vantagem decisiva: a possibilidade de disputar a eleição para governador já sendo governador e com a máquina do Estado nas mãos.
No fim, todo jogo de política deixa de ser só eleitoral e passa a ser, mais uma vez, de articulação.