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PT lança Lula à reeleição e oficializa chapa para 2026

O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste domingo (2/8) a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição nas eleições de 2026. A convenção nacional da sigla foi realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, e também contou com transmissão online.

Esta é a sétima eleição presidencial disputada por Lula desde a redemocratização. O petista acumula três vitórias nas urnas, em 2002, 2006 e 2022, e três derrotas, em 1989, 1994, 1998.

Em 2018 teve a candidatura impugnada pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa, sendo substituído por Fernando Haddad.

Portanto, considerando o lançamento oficial do seu nome nas urnas ao longo dos anos (incluindo 2018, quando o registro foi feito e depois barrado pela Justiça Eleitoral), esta marca a sua oitava disputa registrada no processo eleitoral brasileiro para o Palácio do Planalto.

A formalização da chapa com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ocorreu em caráter privado, restrita a integrantes da direção partidária e autoridades das legendas aliadas. Além do PT e do PSB, a candidatura conta com o apoio da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, além de partidos como Psol e Rede Sustentabilidade.

Durante o evento, lideranças do partido participaram de uma programação de entrevistas antes da chegada de Lula, em um formato diferente de convenção tradicional. A transmissão reuniu dirigentes, parlamentares, ministros e aliados, além da exibição de vídeos da campanha, jingles e ações do governo federal.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, pediu mobilização da militância para divulgar as ações do governo Lula, citando programas como o Desenrola Brasil, o Pé-de-Meia, obras públicas e iniciativas voltadas a trabalhadores e empreendedores.

“Nós vamos fazer a disputa nos territórios. Vamos identificar em cada cidade do Brasil, em cada estado, aquilo que o presidente Lula fez para mudar a vida do povo”, afirmou Edinho.


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Entre os participantes estavam a ministra das Mulheres, Márcia Lopes; o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos; o senador Rogério Carvalho (PT-SE); o deputado Zeca Dirceu (PT-PR); o presidente do PDT, Carlos Lupi; e as ex-ministras Simone Tebet e Marina Silva, que disputarão vagas ao Senado por São Paulo.

Defesa da democracia e críticas à direita

Os discursos durante a convenção destacaram como principais temas da campanha a defesa da democracia e da soberania nacional. Aliados de Lula fizeram críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à família Bolsonaro, além de mencionarem supostas tentativas de interferência externa no processo eleitoral brasileiro.

O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou que Lula representa uma alternativa ao avanço da extrema direita internacional.

“O Lula representa hoje o anti-Trump, o anti-guerra, o homem da paz, que quer defender os excluídos“, declarou.

Apesar da homologação oficial da candidatura, a coordenação da campanha considera o ato marcado para 16 de agosto como o início efetivo da disputa eleitoral. A expectativa é reunir cerca de 30 mil pessoas no Estádio 1º de Maio, na Vila Euclides, em São Bernardo do Campo (SP).

A data coincide com o primeiro dia permitido pela Justiça Eleitoral para campanhas de rua e propaganda eleitoral.

O local escolhido tem valor simbólico para o PT, já que foi palco das greves do ABC paulista no fim dos anos 1970, período em que Lula ganhou projeção nacional como líder sindical. O movimento também esteve ligado à criação do partido e da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Com a convenção do PT, a legenda encerra a etapa de oficialização das principais candidaturas à Presidência da República, que já teve atos de lançamento de nomes como Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão).

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O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste domingo (2/8) a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à reeleição nas eleições de 2026. A convenção nacional da sigla foi realizada no Expo Center Norte, em São Paulo, e também contou com transmissão online.

Esta é a sétima eleição presidencial disputada por Lula desde a redemocratização. O petista acumula três vitórias nas urnas, em 2002, 2006 e 2022, e três derrotas, em 1989, 1994, 1998.

Em 2018 teve a candidatura impugnada pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa, sendo substituído por Fernando Haddad.

Portanto, considerando o lançamento oficial do seu nome nas urnas ao longo dos anos (incluindo 2018, quando o registro foi feito e depois barrado pela Justiça Eleitoral), esta marca a sua oitava disputa registrada no processo eleitoral brasileiro para o Palácio do Planalto.

A formalização da chapa com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ocorreu em caráter privado, restrita a integrantes da direção partidária e autoridades das legendas aliadas. Além do PT e do PSB, a candidatura conta com o apoio da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, além de partidos como Psol e Rede Sustentabilidade.

Durante o evento, lideranças do partido participaram de uma programação de entrevistas antes da chegada de Lula, em um formato diferente de convenção tradicional. A transmissão reuniu dirigentes, parlamentares, ministros e aliados, além da exibição de vídeos da campanha, jingles e ações do governo federal.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, pediu mobilização da militância para divulgar as ações do governo Lula, citando programas como o Desenrola Brasil, o Pé-de-Meia, obras públicas e iniciativas voltadas a trabalhadores e empreendedores.

“Nós vamos fazer a disputa nos territórios. Vamos identificar em cada cidade do Brasil, em cada estado, aquilo que o presidente Lula fez para mudar a vida do povo”, afirmou Edinho.


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