O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou apoio à candidatura do deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) ao Senado pelo Amazonas, mas afirmou que ainda há espaço para um segundo nome que receberá as bênçãos do grupo no estado.
A declaração foi feita na noite desta quinta-feira (6), durante transmissão ao vivo ao lado do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio à Presidência.
Ao comentar o cenário eleitoral no Amazonas, Marinho destacou a trajetória política de Alberto Neto e lembrou a votação expressiva que o parlamentar recebeu na disputa pela Prefeitura de Manaus.
“Amazonas, maravilhoso. É o nosso capitão Alberto, que foi candidato a prefeito, inclusive lá em Manaus, teve uma bela votação. É deputado federal, tem feito um grande trabalho lá na Câmara dos Deputados, tem nos ajudado muito”, afirmou.
Apesar da confirmação do apoio ao nome do PL para o Senado, o coordenador da campanha deixou em aberto a escolha do segundo candidato que poderá integrar a estratégia do grupo no Amazonas. Segundo ele, a decisão será tomada mais adiante, levando em consideração a formação de uma composição capaz de ampliar as chances de eleger dois senadores alinhados ao projeto político nacional do PL.
“Existem candidaturas que ainda não há um compromisso nosso, mas é importante que a gente, sempre que possível, pode ser que mais adiante o Flávio aqui dê apoio a alguma outra candidatura. Por enquanto, Capitão Alberto do PL”, declarou.
Na sequência, Flávio Bolsonaro afirmou que o objetivo é construir uma composição competitiva para as duas vagas ao Senado disponíveis pelo Amazonas. “Vamos sempre procurar ali a melhor composição para aumentar as chances de nós fazermos dois senadores aliados lá no Estado do Amazonas”, disse.
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A declaração mantém aberta a disputa pelo chamado “segundo voto” do campo político ligado ao bolsonarismo no Amazonas.
O movimento ocorre em um cenário no qual a eleição para o Senado tem dinâmica própria, já que o eleitor amazonense escolherá dois senadores em 2026. Diferentemente da disputa pelo Governo do Estado, a corrida pelas cadeiras do Senado permite alianças cruzadas e composições entre grupos diferentes.
