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Conheça Cabo Daciolo, pastor que disputa o Governo do Amazonas

Esta reportagem faz parte de uma série especial que apresenta o perfil dos candidatos ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026. Ao longo da cobertura eleitoral, a Rede Onda Digital reúne a trajetória política, a experiência administrativa e as principais propostas de cada nome que disputa o comando do Executivo estadual.

O bombeiro militar e pastor evangélico Cabo Daciolo é candidato ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026 pelo Mobiliza. Conhecido nacionalmente pela atuação como deputado federal e pela candidatura à Presidência da República em 2018, ele disputa pela primeira vez o comando do Executivo amazonense.

A candidatura foi oficializada pelo Mobiliza e registrada na ata da convenção enviada à Justiça Eleitoral. A eleição de 2026 marca também a estreia de Daciolo em uma disputa estadual no Amazonas, após a transferência de seu domicílio eleitoral para o estado.

Quem é Cabo Daciolo

O nome de registro do candidato é Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos. Nascido em 30 de março de 1976, em Florianópolis (SC), mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde construiu a carreira militar e iniciou sua trajetória política.

Bombeiro militar de carreira, ganhou projeção nacional ao liderar, em 2011, o movimento reivindicatório dos bombeiros do Rio de Janeiro. A mobilização, que defendia melhorias salariais e nas condições de trabalho da categoria, levou à prisão temporária de diversos participantes e colocou Daciolo em evidência no cenário político nacional.

Além da carreira militar, ele atua como pastor evangélico e costuma associar sua atuação política a discursos de inspiração religiosa.

Início na política

A estreia nas urnas aconteceu em 2006, quando disputou uma vaga de deputado estadual no Rio de Janeiro. Dois anos depois, tentou uma cadeira na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, mas não foi eleito.

A primeira vitória eleitoral veio em 2014, quando foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro com 49.831 votos. Durante o mandato, apresentou propostas voltadas principalmente para segurança pública, direitos dos militares e pautas de caráter conservador.


Saiba mais: 

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Mudanças de partido

Ao longo da trajetória política, Cabo Daciolo passou por diferentes legendas. Foi eleito deputado federal pelo PSOL, mas acabou expulso do partido em 2015, após divergências relacionadas às suas posições políticas e religiosas.

Posteriormente, passou por siglas como Patriota, Avante, Podemos e PL. Mais recentemente, filiou-se ao Mobiliza, partido pelo qual disputa o Governo do Amazonas.

A candidatura à Presidência da República

Em 2018, Cabo Daciolo alcançou projeção nacional ao disputar a Presidência da República. Durante a campanha, ficou conhecido pelos discursos de forte conteúdo religioso e pelo bordão “Glória a Deus”, repetido em debates e entrevistas.

Na eleição presidencial, recebeu 1.348.323 votos, equivalente a 1,26% dos votos válidos, terminando a disputa na sexta colocação. A campanha consolidou sua imagem nacional e ampliou sua presença nas redes sociais.

Investigação no STF

Em 2017, antes da disputa presidencial, o Supremo Tribunal Federal autorizou a abertura de uma investigação envolvendo Cabo Daciolo. Segundo a denúncia apresentada à época, havia suspeitas de utilização de uma empresa de consultoria para desvio de recursos públicos durante o exercício do mandato parlamentar.

O caso ganhou repercussão nacional e passou a integrar a trajetória política do então deputado.

A chegada ao Amazonas

Após transferir o domicílio eleitoral para o Amazonas, Cabo Daciolo foi escolhido pelo Mobiliza para disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026. Esta é a primeira vez que o candidato participa de uma eleição no Amazonas e também sua primeira candidatura ao cargo de governador.

Durante a pré-campanha, Cabo Daciolo tem defendido propostas relacionadas ao fortalecimento da segurança pública, à valorização dos profissionais das forças de segurança, ao combate à corrupção e à redução do tamanho do Estado.

O candidato também afirma que pretende defender princípios ligados aos valores cristãos, à liberdade religiosa e ao fortalecimento da participação popular nas decisões do governo.

O desafio nas urnas

A eleição de 2026 representa um novo capítulo na trajetória política de Cabo Daciolo. Depois de atuar como deputado federal e disputar a Presidência da República, ele tenta conquistar, pela primeira vez, um cargo no Executivo estadual.

A campanha no Amazonas marca sua estreia na política amazonense e será sua primeira experiência buscando o voto dos eleitores do estado para comandar o Governo do Amazonas.

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Esta reportagem faz parte de uma série especial que apresenta o perfil dos candidatos ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026. Ao longo da cobertura eleitoral, a Rede Onda Digital reúne a trajetória política, a experiência administrativa e as principais propostas de cada nome que disputa o comando do Executivo estadual.

O bombeiro militar e pastor evangélico Cabo Daciolo é candidato ao Governo do Amazonas nas eleições de 2026 pelo Mobiliza. Conhecido nacionalmente pela atuação como deputado federal e pela candidatura à Presidência da República em 2018, ele disputa pela primeira vez o comando do Executivo amazonense.

A candidatura foi oficializada pelo Mobiliza e registrada na ata da convenção enviada à Justiça Eleitoral. A eleição de 2026 marca também a estreia de Daciolo em uma disputa estadual no Amazonas, após a transferência de seu domicílio eleitoral para o estado.

Quem é Cabo Daciolo

O nome de registro do candidato é Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos. Nascido em 30 de março de 1976, em Florianópolis (SC), mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde construiu a carreira militar e iniciou sua trajetória política.

Bombeiro militar de carreira, ganhou projeção nacional ao liderar, em 2011, o movimento reivindicatório dos bombeiros do Rio de Janeiro. A mobilização, que defendia melhorias salariais e nas condições de trabalho da categoria, levou à prisão temporária de diversos participantes e colocou Daciolo em evidência no cenário político nacional.

Além da carreira militar, ele atua como pastor evangélico e costuma associar sua atuação política a discursos de inspiração religiosa.

Início na política

A estreia nas urnas aconteceu em 2006, quando disputou uma vaga de deputado estadual no Rio de Janeiro. Dois anos depois, tentou uma cadeira na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, mas não foi eleito.

A primeira vitória eleitoral veio em 2014, quando foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro com 49.831 votos. Durante o mandato, apresentou propostas voltadas principalmente para segurança pública, direitos dos militares e pautas de caráter conservador.


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Posteriormente, passou por siglas como Patriota, Avante, Podemos e PL. Mais recentemente, filiou-se ao Mobiliza, partido pelo qual disputa o Governo do Amazonas.

A candidatura à Presidência da República

Em 2018, Cabo Daciolo alcançou projeção nacional ao disputar a Presidência da República. Durante a campanha, ficou conhecido pelos discursos de forte conteúdo religioso e pelo bordão “Glória a Deus”, repetido em debates e entrevistas.

Na eleição presidencial, recebeu 1.348.323 votos, equivalente a 1,26% dos votos válidos, terminando a disputa na sexta colocação. A campanha consolidou sua imagem nacional e ampliou sua presença nas redes sociais.

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O caso ganhou repercussão nacional e passou a integrar a trajetória política do então deputado.

A chegada ao Amazonas

Após transferir o domicílio eleitoral para o Amazonas, Cabo Daciolo foi escolhido pelo Mobiliza para disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026. Esta é a primeira vez que o candidato participa de uma eleição no Amazonas e também sua primeira candidatura ao cargo de governador.

Durante a pré-campanha, Cabo Daciolo tem defendido propostas relacionadas ao fortalecimento da segurança pública, à valorização dos profissionais das forças de segurança, ao combate à corrupção e à redução do tamanho do Estado.

O candidato também afirma que pretende defender princípios ligados aos valores cristãos, à liberdade religiosa e ao fortalecimento da participação popular nas decisões do governo.

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