Reeleita deputada federal por São Paulo, Erika Hilton (PSOL) passou de 1,4 milhão de votos quando 88% das urnas estavam apuradas. Com isso, ela superou a marca de Joice Hasselmann, que teve 1.078.666 votos em 2018, pelo PSL, e passou a ser a mulher com mais votos para a Câmara dos Deputados na história do país. Em 2022, quando se elegeu pela primeira vez, Erika teve 256.903 votos, e o resultado de agora representa um salto de mais de cinco vezes em quatro anos.
Antes de chegar a Brasília, Erika foi a mulher mais votada do país na eleição de vereadores de 2020, em São Paulo. No mandato que termina, atuou em pautas de mulheres, população negra, LGBTQIA+ e trabalhadores, participou do debate pelo fim da escala 6×1, apresentou ao Ministério Público Federal um pedido sobre a publicidade de bets e odds por comentaristas esportivos e, em março, tornou-se a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
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Reeleita deputada federal por São Paulo, Erika Hilton (PSOL) passou de 1,4 milhão de votos quando 88% das urnas estavam apuradas. Com isso, ela superou a marca de Joice Hasselmann, que teve 1.078.666 votos em 2018, pelo PSL, e passou a ser a mulher com mais votos para a Câmara dos Deputados na história do país. Em 2022, quando se elegeu pela primeira vez, Erika teve 256.903 votos, e o resultado de agora representa um salto de mais de cinco vezes em quatro anos.
Antes de chegar a Brasília, Erika foi a mulher mais votada do país na eleição de vereadores de 2020, em São Paulo. No mandato que termina, atuou em pautas de mulheres, população negra, LGBTQIA+ e trabalhadores, participou do debate pelo fim da escala 6×1, apresentou ao Ministério Público Federal um pedido sobre a publicidade de bets e odds por comentaristas esportivos e, em março, tornou-se a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
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