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MPE pede afastamento de Givancir Oliveira do Sindicato dos Rodoviários

O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus, Givancir Oliveira, afirmou ao Onda News, nesta terça-feira (15/9), que considera uma tentativa de censura o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para que ele seja afastado da presidência da entidade sindical durante o período eleitoral.

Segundo Givancir, além do indeferimento de sua candidatura ao cargo de deputado estadual pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), ele foi alvo de uma nova medida, apresentada pelo Ministério Público, que pede seu afastamento do comando do sindicato e restrições à sua presença em garagens de empresas de transporte para atividades relacionadas à campanha.

Em entrevista ao Onda News, o sindicalista classificou as medidas como uma forma de perseguição política.

“Eu não tenho dúvida que a perseguição, como se não fosse o bastante, o TRE ainda indeferiu a minha candidatura. Hoje de manhã saiu um pedido do MPE pedindo o meu afastamento do sindicato e que eu sequer me aproximasse das garagens de ônibus para pedir voto dos meus eleitores”, afirmou.

Givancir também questionou a necessidade de deixar a presidência da entidade enquanto disputa uma vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas. Ele argumentou que foi eleito pelos trabalhadores e que sua atuação sindical faz parte de sua trajetória política.

“Eu fui eleito pelos trabalhadores e sou um candidato normal, como qualquer outro parlamentar que busca a reeleição”, declarou.

O presidente do sindicato comparou sua situação com a de outros agentes políticos que disputam eleições enquanto ocupam cargos públicos e questionou por que teria que se afastar da função sindical.

“O prefeito concorre no cargo de prefeito, o presidente Lula concorre à reeleição dele no cargo de presidente. E por que eu tenho que concorrer a um cargo de deputado fora do meu mandato de sindicalista?”, questionou.


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Candidatura indeferida

Givancir também confirmou que recorreu da decisão do TRE-AM que indeferiu seu registro de candidatura. A Corte Eleitoral entendeu que uma condenação criminal definitiva suspendeu os direitos políticos do candidato, impedindo o registro para as eleições de 2026.

O sindicalista contesta a decisão e afirma que pretende continuar na disputa judicial para tentar garantir sua candidatura.

Durante a entrevista, Givancir voltou a questionar as medidas adotadas contra ele e afirmou que o sindicato é o principal espaço de contato com sua categoria.

“Por que eu tenho que me afastar da sede do sindicato, tendo em vista que lá é o quartel-general da minha categoria?”, afirmou.

As medidas relacionadas ao afastamento e às restrições eleitorais ainda estão sujeitas à análise da Justiça Eleitoral. Givancir informou que também recorreu do novo pedido apresentado pelo Ministério Público.

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O presidente do Sindicato dos Rodoviários de Manaus, Givancir Oliveira, afirmou ao Onda News, nesta terça-feira (15/9), que considera uma tentativa de censura o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para que ele seja afastado da presidência da entidade sindical durante o período eleitoral.

Segundo Givancir, além do indeferimento de sua candidatura ao cargo de deputado estadual pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), ele foi alvo de uma nova medida, apresentada pelo Ministério Público, que pede seu afastamento do comando do sindicato e restrições à sua presença em garagens de empresas de transporte para atividades relacionadas à campanha.

Em entrevista ao Onda News, o sindicalista classificou as medidas como uma forma de perseguição política.

“Eu não tenho dúvida que a perseguição, como se não fosse o bastante, o TRE ainda indeferiu a minha candidatura. Hoje de manhã saiu um pedido do MPE pedindo o meu afastamento do sindicato e que eu sequer me aproximasse das garagens de ônibus para pedir voto dos meus eleitores”, afirmou.

Givancir também questionou a necessidade de deixar a presidência da entidade enquanto disputa uma vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas. Ele argumentou que foi eleito pelos trabalhadores e que sua atuação sindical faz parte de sua trajetória política.

“Eu fui eleito pelos trabalhadores e sou um candidato normal, como qualquer outro parlamentar que busca a reeleição”, declarou.

O presidente do sindicato comparou sua situação com a de outros agentes políticos que disputam eleições enquanto ocupam cargos públicos e questionou por que teria que se afastar da função sindical.

“O prefeito concorre no cargo de prefeito, o presidente Lula concorre à reeleição dele no cargo de presidente. E por que eu tenho que concorrer a um cargo de deputado fora do meu mandato de sindicalista?”, questionou.


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Candidatura indeferida

Givancir também confirmou que recorreu da decisão do TRE-AM que indeferiu seu registro de candidatura. A Corte Eleitoral entendeu que uma condenação criminal definitiva suspendeu os direitos políticos do candidato, impedindo o registro para as eleições de 2026.

O sindicalista contesta a decisão e afirma que pretende continuar na disputa judicial para tentar garantir sua candidatura.

Durante a entrevista, Givancir voltou a questionar as medidas adotadas contra ele e afirmou que o sindicato é o principal espaço de contato com sua categoria.

“Por que eu tenho que me afastar da sede do sindicato, tendo em vista que lá é o quartel-general da minha categoria?”, afirmou.

As medidas relacionadas ao afastamento e às restrições eleitorais ainda estão sujeitas à análise da Justiça Eleitoral. Givancir informou que também recorreu do novo pedido apresentado pelo Ministério Público.

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