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PSTU inicia campanha no Amazonas com crítica ao modelo econômico e defesa de “governo dos trabalhadores”

O PSTU iniciou oficialmente neste domingo (16) a campanha eleitoral no Amazonas com uma panfletagem na Feira do Fuxico, na Zona Leste de Manaus. O partido aproveitou o primeiro dia da corrida eleitoral para apresentar suas candidaturas e defender um “governo dos trabalhadores”, com críticas ao modelo econômico adotado no estado e às grandes empresas beneficiadas por incentivos fiscais.

Candidato ao governo do Amazonas, Gilberto Vasconcelos afirmou que o partido pretende se apresentar como uma alternativa à polarização entre a extrema-direita e o que classificou como “esquerda capitalista”.

“Não podemos esperar nenhuma mudança vinda de políticos profissionais que estão há anos atuando a favor dos ricos e poderosos e que também são responsáveis pela crise que vivemos. Precisamos nos organizar para mudar de fato essa situação”, declarou.

Críticas ao Polo Industrial

Durante a mobilização, os candidatos conversaram com trabalhadores da feira, motoristas de aplicativos e moradores. O PSTU criticou o modelo de incentivos concedidos às empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).

Segundo o partido, as multinacionais recebem incentivos bilionários e obtêm grandes lucros enquanto trabalhadores do polo enfrentam baixos salários e problemas relacionados às condições de trabalho.

A legenda defende que os incentivos e investimentos públicos sejam acompanhados de contrapartidas sociais e afirma que pretende colocar a geração de empregos, saúde, educação e infraestrutura entre as prioridades de um eventual governo estadual.

Pauta nacional entra na campanha estadual

Entre as bandeiras apresentadas pelo partido está a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais, sem redução salarial. A medida, no entanto, depende de mudanças na legislação trabalhista em âmbito federal e não pode ser implementada unilateralmente pelo governo do Amazonas.

A proposta aparece no programa político do PSTU como uma das medidas nacionais defendidas pela legenda, ao lado do fim das privatizações e da redução dos preços de serviços como energia, combustíveis, água e gás.

No Amazonas, o partido pretende levar essas pautas para as ruas durante a campanha e sustenta que mudanças no estado passam pelo enfrentamento dos interesses econômicos das grandes empresas e dos setores mais ricos.

Candidaturas

Gilberto Vasconcelos disputa o governo do Amazonas com Juliana Frota como candidata a vice. Para o Senado, o partido lançou José Evandro.

Na disputa pela Câmara dos Deputados, os candidatos são Alexandre Solórzano e Auxiliadora Castro. Para a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), concorrem Tarcísio Leão e Eneida Vasconcelos.


Leia mais

Professor e sindicalista, Gilberto Vasconcelos entra na corrida pelo Governo do AM


O PSTU também afirma que concentrará a campanha em mobilizações de rua, portas de fábricas e redes sociais, já que não terá participação no horário eleitoral gratuito em razão das regras de desempenho partidário.

A estratégia marca o início da campanha do partido no estado com uma mensagem direcionada principalmente aos trabalhadores e com críticas tanto à direita quanto ao que a legenda chama de “esquerda liberal”.

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O PSTU iniciou oficialmente neste domingo (16) a campanha eleitoral no Amazonas com uma panfletagem na Feira do Fuxico, na Zona Leste de Manaus. O partido aproveitou o primeiro dia da corrida eleitoral para apresentar suas candidaturas e defender um “governo dos trabalhadores”, com críticas ao modelo econômico adotado no estado e às grandes empresas beneficiadas por incentivos fiscais.

Candidato ao governo do Amazonas, Gilberto Vasconcelos afirmou que o partido pretende se apresentar como uma alternativa à polarização entre a extrema-direita e o que classificou como “esquerda capitalista”.

“Não podemos esperar nenhuma mudança vinda de políticos profissionais que estão há anos atuando a favor dos ricos e poderosos e que também são responsáveis pela crise que vivemos. Precisamos nos organizar para mudar de fato essa situação”, declarou.

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Durante a mobilização, os candidatos conversaram com trabalhadores da feira, motoristas de aplicativos e moradores. O PSTU criticou o modelo de incentivos concedidos às empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM).

Segundo o partido, as multinacionais recebem incentivos bilionários e obtêm grandes lucros enquanto trabalhadores do polo enfrentam baixos salários e problemas relacionados às condições de trabalho.

A legenda defende que os incentivos e investimentos públicos sejam acompanhados de contrapartidas sociais e afirma que pretende colocar a geração de empregos, saúde, educação e infraestrutura entre as prioridades de um eventual governo estadual.

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