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Você sabia que o Amazonas pode ter um ‘museu das eleições’? TRE cria política para preservação

O Amazonas pode ganhar, na prática, uma espécie de “museu das eleições”. O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) aprovou, nesta quarta-feira (26/8), a Política de Acervo do Centro de Memória, Biblioteca e Arquivo (CEMEB), criando regras para preservar materiais que ajudam a contar a história da Justiça Eleitoral e da evolução do processo de votação no estado.

A iniciativa estabelece critérios para a incorporação, conservação, registro, acesso, empréstimo e eventual desincorporação de itens considerados relevantes para a memória institucional e democrática do Amazonas.

Entre os materiais que poderão integrar o acervo estão documentos, fotografias, títulos eleitorais antigos e diferentes modelos de urnas utilizadas ao longo das últimas décadas.

Segundo a presidente do TRE-AM, desembargadora Carla Reis, a preservação desse patrimônio deve ultrapassar os limites da própria instituição.

“Esse patrimônio não pertence apenas à instituição; ele faz parte da história da democracia e da sociedade amazonense. Estamos assegurando que as próximas gerações também possam conhecer e compreender a evolução da Justiça Eleitoral no Amazonas”.

Acervo poderá ser visitado pelo público

A nova política estabelece que o material reunido pelo CEMEB possui interesse público. Com isso, o acervo poderá ser consultado por magistrados, servidores, pesquisadores, estudantes e cidadãos.

O acesso poderá ocorrer por meio de consultas presenciais, exposições, publicações, plataformas digitais, visitas guiadas e atividades educativas.

Peças também poderão ser emprestadas para exposições e projetos culturais, desde que haja autorização da administração do Tribunal e sejam adotadas medidas para garantir a segurança e a conservação dos materiais.

A iniciativa segue as diretrizes da Resolução nº 324/2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece normas relacionadas à Gestão da Memória e à Gestão Documental no Poder Judiciário.


Saiba mais: 

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Como o acervo será formado?

O patrimônio histórico do TRE-AM poderá crescer com materiais transferidos pelas próprias unidades administrativas do Tribunal e também por meio de doações de magistrados, servidores, ex-servidores, pesquisadores e particulares.

A política prevê ainda a possibilidade de aquisição, comodato e empréstimo permanente de bens considerados importantes para a memória da Justiça Eleitoral.

Para evitar a deterioração das peças, estão previstas medidas como acondicionamento adequado, controle ambiental, higienização periódica e digitalização de documentos.

Urnas eletrônicas também contam essa história

Parte dessa memória já vem sendo apresentada ao público pelo Centro de Memória, Biblioteca e Arquivo.

Em julho, o TRE-AM realizou a exposição “30 anos da Urna Eletrônica: Evolução que fortalece a democracia”, que reuniu materiais relacionados à trajetória do voto eletrônico no Brasil.

A mostra apresentou documentos, fotografias, títulos eleitorais antigos e diferentes modelos de urnas utilizados ao longo das últimas décadas. Também foram exibidos mecanismos relacionados à segurança, auditoria e transparência do sistema eletrônico de votação.

A exposição ocorreu no Manaus Via Norte Shopping e destacou ainda a participação do Amazonas na história do voto eletrônico, especialmente diante dos desafios logísticos enfrentados pela Justiça Eleitoral em um estado de grandes distâncias e com comunidades urbanas, rurais, indígenas e ribeirinhas.

Com a nova política, o TRE-AM formaliza os critérios para preservar esse patrimônio e amplia a possibilidade de transformar objetos que fizeram parte das eleições em ferramentas para contar às novas gerações como o voto e a própria democracia evoluíram no Amazonas.

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O Amazonas pode ganhar, na prática, uma espécie de “museu das eleições”. O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) aprovou, nesta quarta-feira (26/8), a Política de Acervo do Centro de Memória, Biblioteca e Arquivo (CEMEB), criando regras para preservar materiais que ajudam a contar a história da Justiça Eleitoral e da evolução do processo de votação no estado.

A iniciativa estabelece critérios para a incorporação, conservação, registro, acesso, empréstimo e eventual desincorporação de itens considerados relevantes para a memória institucional e democrática do Amazonas.

Entre os materiais que poderão integrar o acervo estão documentos, fotografias, títulos eleitorais antigos e diferentes modelos de urnas utilizadas ao longo das últimas décadas.

Segundo a presidente do TRE-AM, desembargadora Carla Reis, a preservação desse patrimônio deve ultrapassar os limites da própria instituição.

“Esse patrimônio não pertence apenas à instituição; ele faz parte da história da democracia e da sociedade amazonense. Estamos assegurando que as próximas gerações também possam conhecer e compreender a evolução da Justiça Eleitoral no Amazonas”.

Acervo poderá ser visitado pelo público

A nova política estabelece que o material reunido pelo CEMEB possui interesse público. Com isso, o acervo poderá ser consultado por magistrados, servidores, pesquisadores, estudantes e cidadãos.

O acesso poderá ocorrer por meio de consultas presenciais, exposições, publicações, plataformas digitais, visitas guiadas e atividades educativas.

Peças também poderão ser emprestadas para exposições e projetos culturais, desde que haja autorização da administração do Tribunal e sejam adotadas medidas para garantir a segurança e a conservação dos materiais.

A iniciativa segue as diretrizes da Resolução nº 324/2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece normas relacionadas à Gestão da Memória e à Gestão Documental no Poder Judiciário.


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Para evitar a deterioração das peças, estão previstas medidas como acondicionamento adequado, controle ambiental, higienização periódica e digitalização de documentos.

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A mostra apresentou documentos, fotografias, títulos eleitorais antigos e diferentes modelos de urnas utilizados ao longo das últimas décadas. Também foram exibidos mecanismos relacionados à segurança, auditoria e transparência do sistema eletrônico de votação.

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