O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, afirmou que a medida provisória que proíbe as bets no Brasil gera preocupação no clube. Segundo ele, a decisão foi tomada de forma repentina, e o impacto financeiro estimado para o Fluminense passa de R$ 100 milhões. A declaração foi dada em entrevista à CNN, após o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (25).
Impacto financeiro
Mattheus Montenegro detalhou que a perda não se limita ao patrocínio máster. Contratos de placas de campo e camisas já produzidas com seis meses de antecedência também são afetados. Para o dirigente, substituir os patrocinadores será difícil, já que a medida atinge a maioria dos clubes ao mesmo tempo, o que desvaloriza o ativo e reduz o valor de mercado das camisas.
Leia mais
Flávio Bolsonaro chama Lula de oportunista após MP sobre bets
Bap rebate Lula e defende bets no futebol do Flamengo
Críticas à urgência da medida
O presidente do Fluminense informou que o clube estuda recorrer ao Poder Judiciário. Entre os argumentos citados por Montenegro estão a falta de segurança jurídica, a ausência de período de transição e a violação à Constituição. Ele também citou que o setor arrecadou R$ 9 bilhões em impostos entre janeiro e agosto de 2026 e criticou a falta de estimativa de impacto da medida provisória.
Montenegro ainda contestou a efetividade da proibição. Na avaliação dele, a medida encerra o setor regulado, que exerce controle sobre os apostadores, e deixa livre o mercado clandestino. O dirigente revelou que o patrocinador do clube já havia notificado o Fluminense sobre a possibilidade de rescisão contratual.
Ele alertou, além disso, para o prejuízo de mais de 30 lojas oficiais com estoques de camisas que não poderão ser vendidos a partir de 5 de outubro, afirmando que os lojistas buscarão ressarcimento junto ao clube. O próximo jogo do Fluminense está marcado para o dia 8 de outubro.
Post Views: 0
- Publicidade -[adrotate group="7"]
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, afirmou que a medida provisória que proíbe as bets no Brasil gera preocupação no clube. Segundo ele, a decisão foi tomada de forma repentina, e o impacto financeiro estimado para o Fluminense passa de R$ 100 milhões. A declaração foi dada em entrevista à CNN, após o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na sexta-feira (25).
Impacto financeiro
Mattheus Montenegro detalhou que a perda não se limita ao patrocínio máster. Contratos de placas de campo e camisas já produzidas com seis meses de antecedência também são afetados. Para o dirigente, substituir os patrocinadores será difícil, já que a medida atinge a maioria dos clubes ao mesmo tempo, o que desvaloriza o ativo e reduz o valor de mercado das camisas.
Leia mais
Flávio Bolsonaro chama Lula de oportunista após MP sobre bets
Bap rebate Lula e defende bets no futebol do Flamengo
Críticas à urgência da medida
O presidente do Fluminense informou que o clube estuda recorrer ao Poder Judiciário. Entre os argumentos citados por Montenegro estão a falta de segurança jurídica, a ausência de período de transição e a violação à Constituição. Ele também citou que o setor arrecadou R$ 9 bilhões em impostos entre janeiro e agosto de 2026 e criticou a falta de estimativa de impacto da medida provisória.
Montenegro ainda contestou a efetividade da proibição. Na avaliação dele, a medida encerra o setor regulado, que exerce controle sobre os apostadores, e deixa livre o mercado clandestino. O dirigente revelou que o patrocinador do clube já havia notificado o Fluminense sobre a possibilidade de rescisão contratual.
Ele alertou, além disso, para o prejuízo de mais de 30 lojas oficiais com estoques de camisas que não poderão ser vendidos a partir de 5 de outubro, afirmando que os lojistas buscarão ressarcimento junto ao clube. O próximo jogo do Fluminense está marcado para o dia 8 de outubro.
Post Views: 0
- Publicidade -[adrotate group="9"]