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Fumaça e cigarro aumentam riscos para a saúde dos pulmões, alerta médico

Tosse persistente, falta de ar, chiado no peito e dor podem ser sinais de que os pulmões estão sendo afetados pela exposição à fumaça. No Amazonas, o período de queimadas aumenta a preocupação com doenças respiratórias, enquanto o tabagismo continua entre os principais fatores de risco para o câncer de pulmão.

O alerta foi feito pelo pneumologista Gilson das Neves Martins Junior durante participação no programa Conexão Onda, nesta quinta-feira (20), em alusão ao Agosto Branco, campanha de conscientização sobre o câncer de pulmão.

Segundo o especialista, a doença pode evoluir sem apresentar sintomas claros nas fases iniciais. “O câncer de pulmão é muitas vezes uma doença silenciosa. Quando ela se manifesta, já é numa fase mais avançada de descoberta e diagnóstico”, afirmou.

Veja abaixo:

 


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Com a chegada do período de maior incidência de queimadas no Amazonas, a fumaça se torna uma preocupação para a saúde respiratória. De acordo com o pneumologista, a poluição provocada pelos incêndios contém micropartículas e outras substâncias que podem provocar inflamações nos pulmões.

A exposição é ainda mais preocupante para pessoas que já têm doenças respiratórias, como asma e bronquite. Trabalhadores que lidam diretamente com fumaça, carvão, poeira ou outras substâncias também estão entre os grupos que precisam de maior atenção.

Além de provocar irritação e piora de sintomas respiratórios, a exposição frequente pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de doenças pulmonares.

Veja abaixo:

 

Apesar da preocupação com a fumaça das queimadas, o tabagismo continua sendo o principal fator de risco associado ao câncer de pulmão. Segundo Gilson, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com a doença têm histórico de tabagismo.

“A pessoa que está fumando se expõe às substâncias cancerígenas do cigarro. Mas quem se expõe à fumaça do ambiente também fica em contato com as mesmas substâncias”, explicou.

O médico reforçou que o Agosto Branco busca justamente ampliar a conscientização sobre os riscos do tabagismo e estimular a prevenção e o diagnóstico precoce.

Quais sintomas merecem atenção?

Alguns sinais devem ser investigados, principalmente entre pessoas acima de 50 anos, fumantes ou ex-fumantes. Entre eles estão:

  • falta de ar durante atividades habituais;
  • tosse persistente por duas semanas ou mais;
  • tosse acompanhada de sangue ou secreção;
  • chiado no peito;
  • dor;
  • perda de peso sem explicação.

Pessoas com histórico familiar de câncer de pulmão ou exposição frequente a poeira, fumaça e substâncias como o asbesto também devem conversar com um médico sobre a necessidade de acompanhamento e exames.

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Tosse persistente, falta de ar, chiado no peito e dor podem ser sinais de que os pulmões estão sendo afetados pela exposição à fumaça. No Amazonas, o período de queimadas aumenta a preocupação com doenças respiratórias, enquanto o tabagismo continua entre os principais fatores de risco para o câncer de pulmão.

O alerta foi feito pelo pneumologista Gilson das Neves Martins Junior durante participação no programa Conexão Onda, nesta quinta-feira (20), em alusão ao Agosto Branco, campanha de conscientização sobre o câncer de pulmão.

Segundo o especialista, a doença pode evoluir sem apresentar sintomas claros nas fases iniciais. “O câncer de pulmão é muitas vezes uma doença silenciosa. Quando ela se manifesta, já é numa fase mais avançada de descoberta e diagnóstico”, afirmou.

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A exposição é ainda mais preocupante para pessoas que já têm doenças respiratórias, como asma e bronquite. Trabalhadores que lidam diretamente com fumaça, carvão, poeira ou outras substâncias também estão entre os grupos que precisam de maior atenção.

Além de provocar irritação e piora de sintomas respiratórios, a exposição frequente pode contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de doenças pulmonares.

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Apesar da preocupação com a fumaça das queimadas, o tabagismo continua sendo o principal fator de risco associado ao câncer de pulmão. Segundo Gilson, cerca de 90% dos pacientes diagnosticados com a doença têm histórico de tabagismo.

“A pessoa que está fumando se expõe às substâncias cancerígenas do cigarro. Mas quem se expõe à fumaça do ambiente também fica em contato com as mesmas substâncias”, explicou.

O médico reforçou que o Agosto Branco busca justamente ampliar a conscientização sobre os riscos do tabagismo e estimular a prevenção e o diagnóstico precoce.

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Alguns sinais devem ser investigados, principalmente entre pessoas acima de 50 anos, fumantes ou ex-fumantes. Entre eles estão:

  • falta de ar durante atividades habituais;
  • tosse persistente por duas semanas ou mais;
  • tosse acompanhada de sangue ou secreção;
  • chiado no peito;
  • dor;
  • perda de peso sem explicação.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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