A Sexta-feira Santa é o rito mais importante que antecede a páscoa dentro da tradição Católica Apostólica Romana. Também chamada de “Sexta-Feira da Paixão”, neste dia os católicos refletem a morte de Jesus Cristo na cruz, desde o calvário até a crucificação.
No entanto, para o calendário popular, a sexta-feira santa é um feriado como outro qualquer, mas não é desse jeito que a igreja católica enxerga esse dia. Por se tratar da reflexão da Paixão de Cristo, dentro da tradição católica, a sexta-feira santa não é um dia de descanso ou folga, bem como não é permitido nenhum tipo de festa ou músicas. Algumas famílias levam este dia tão a sério que nem mesmo conversas em voz alta ou televisão ligada é permitido até as 15h da tarde, horário que, de acordo com a bíblia, Jesus Cristo morre.
Tradições da Sexta-feira Santa
A Sexta-feira Santa é marcada por rituais de luto, jejum e reflexão que lembram a crucificação e morte de Jesus Cristo. Considerada uma das datas mais importantes do calendário cristão, a celebração reúne práticas religiosas e costumes tradicionais em diferentes regiões.
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Entre as principais tradições está a abstinência de carne vermelha e de frango, substituídas por peixe, além da recomendação de jejum. Nas igrejas católicas, não há celebração de missa neste dia, em lugar disso ocorre apenas a Celebração da Paixão do Senhor, geralmente às 15h, com leituras bíblicas, orações e adoração da cruz.
A programação também inclui a Via-Sacra, que relembra o caminho percorrido por Jesus até a crucificação, e procissões como a do “Enterro do Senhor”. Em diversas cidades, encenações da Paixão de Cristo representam episódios como a prisão, o julgamento e a morte de Jesus.
A data ainda é marcada por símbolos litúrgicos, como o uso da cor vermelha, associada ao sofrimento e, em alguns casos, do preto, ligado ao luto. Em muitas comunidades, o dia é vivido em clima de recolhimento, com restrições a festas, música e atividades consideradas inadequadas para o período.