Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

“A luta por uma Rússia livre vai continuar”, diz viúva de Navalny e acusa Putin

Yulia Navalnaya, a viúva do líder da oposição russa Alexei Navalny, disse nesta segunda-feira (19/02), que continuará a luta de seu marido por uma Rússia livre e convocou seus apoiadores a combater o presidente Vladimir Putin.

“Quero viver em uma Rússia livre, quero construir uma Rússia livre”, afirmou Navalnaya em uma mensagem de vídeo intitulada “Continuarei o trabalho de Alexei Navalny”.

“Vladimir Putin matou meu marido”, disse Navalnaya, acrescentando que ela trabalhará com o povo russo para lutar contra o Kremlin e criar uma nova Rússia.


Leia também: 

Zelensky afirma que Alexei Navalny foi “morto por Putin”

Prisão onde Navalny estava diz que ele morreu de morte súbita; família refuta


“Ao matar Alexei, Putin matou metade de mim – metade do meu coração e metade da minha alma”, disse Navalnaya.

“Mas ainda tenho a outra metade, e ela me diz que não tenho o direito de desistir. Continuarei o trabalho de Alexei Navalny, continuarei a lutar por nosso país.”

“Peço a vocês que fiquem ao meu lado”, afirmou ela. “Peço que compartilhem a raiva comigo. Raiva, ira, ódio contra aqueles que ousaram matar nosso futuro”, disse Navalnaya, que ainda acusou as autoridades russas de esconder o corpo de Navalny e de esperar que vestígios do agente nervoso Novichok desaparecessem de seu corpo.

Navalnaya sempre apoiou o marido nas suas batalhas com as autoridades russas, participando nas suas muitas aparições no tribunal, ficando ao lado dele em comícios e aguardando a libertação de suas muitas penas de prisão.

O Kremlin nega envolvimento

O Kremlin negou envolvimento na morte Alexei Navalny e diz que as alegações ocidentais de que Putin foi responsável pela morte são inaceitáveis. Putin alertou que haverá uma resposta forte se potências estrangeiras tentarem interferir nas eleições russas.

Navalny, de 47 anos, ficou inconsciente e morreu repentinamente na sexta-feira (16/02), após uma caminhada na colônia penal “Polar Wolf”, no Ártico, onde cumpria pena de três décadas, informou o serviço penitenciário.

O Kremlin disse na segunda-feira que a investigação sobre sua morte estava em andamento.

*Com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Yulia Navalnaya, a viúva do líder da oposição russa Alexei Navalny, disse nesta segunda-feira (19/02), que continuará a luta de seu marido por uma Rússia livre e convocou seus apoiadores a combater o presidente Vladimir Putin.

“Quero viver em uma Rússia livre, quero construir uma Rússia livre”, afirmou Navalnaya em uma mensagem de vídeo intitulada “Continuarei o trabalho de Alexei Navalny”.

“Vladimir Putin matou meu marido”, disse Navalnaya, acrescentando que ela trabalhará com o povo russo para lutar contra o Kremlin e criar uma nova Rússia.


Leia também: 

Zelensky afirma que Alexei Navalny foi “morto por Putin”

Prisão onde Navalny estava diz que ele morreu de morte súbita; família refuta


“Ao matar Alexei, Putin matou metade de mim – metade do meu coração e metade da minha alma”, disse Navalnaya.

“Mas ainda tenho a outra metade, e ela me diz que não tenho o direito de desistir. Continuarei o trabalho de Alexei Navalny, continuarei a lutar por nosso país.”

“Peço a vocês que fiquem ao meu lado”, afirmou ela. “Peço que compartilhem a raiva comigo. Raiva, ira, ódio contra aqueles que ousaram matar nosso futuro”, disse Navalnaya, que ainda acusou as autoridades russas de esconder o corpo de Navalny e de esperar que vestígios do agente nervoso Novichok desaparecessem de seu corpo.

Navalnaya sempre apoiou o marido nas suas batalhas com as autoridades russas, participando nas suas muitas aparições no tribunal, ficando ao lado dele em comícios e aguardando a libertação de suas muitas penas de prisão.

O Kremlin nega envolvimento

O Kremlin negou envolvimento na morte Alexei Navalny e diz que as alegações ocidentais de que Putin foi responsável pela morte são inaceitáveis. Putin alertou que haverá uma resposta forte se potências estrangeiras tentarem interferir nas eleições russas.

Navalny, de 47 anos, ficou inconsciente e morreu repentinamente na sexta-feira (16/02), após uma caminhada na colônia penal “Polar Wolf”, no Ártico, onde cumpria pena de três décadas, informou o serviço penitenciário.

O Kremlin disse na segunda-feira que a investigação sobre sua morte estava em andamento.

*Com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]