Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Agressão a aluna brasileira na porta de escola choca Portugal

Uma estudante brasileira de 14 anos foi agredida do lado de fora da escola onde estuda, em Santarém, na região do Ribatejo, em Portugal

Uma estudante brasileira de 14 anos foi agredida do lado de fora da escola onde estuda, em Santarém, na região do Ribatejo, em Portugal. As cenas violentas foram filmadas pelos alunos e disseminadas nas redes sociais. Alguns noticiários reproduziram o vídeo, que se tornou viral e chocou a população.

Uma das pessoas surpreendidas pela violência foi a mãe da vítima, a brasileira Lucélia Marília Oliveira. Segundo disse ao Portugal Giro, ela estava no restaurante onde trabalha quando foi alertada.

“Estava no restaurante e disseram: ‘Marília, olha a tua filha na TV’. Senti vergonha. Quando vi o vídeo, que já havia recebido sem saber que era minha filha, fiquei desesperada”, disse Oliveira.

Segundo Lucélia, a agressora é uma estudante portuguesa de outra escola e também teria 14 anos. A violência começou porque a portuguesa, filha de uma brasileira, teria ouvido um boato sobre a mãe.

Minha filha diz que inventaram fofoca sobre a mãe da agressora e, por causa disso, ela foi tirar satisfação. Ficou esperando a hora da saída, às 18h30, com uma amiga, que filmava enquanto ela batia”, declarou Oliveira.


Leia mais

Peru declara emergência de saúde devido a dengue

Hungria aprova entrada da Suécia na Otan


A agressora foi atrás da vítima, deu um tapa em seu rosto e, depois, consegue jogá-la na calçada. Imobilizada, a filha de Oliveira recebe uma sequência de socos no rosto. A mãe a levou para o hospital logo em seguida, a adolescente ficou com hematomas e não quer sair de casa, com vergonha.

A escola sugeriu que ela fique em casa. Oliveira disse que irá à delegacia com a filha. De acordo com ela, uma queixa já foi apresentada na última semana. Também haverá uma reunião na escola.

Nada teria acontecido se houvesse policiamento na porta das escolas. E se ela estivesse armada? Eu venho de uma favela de Fortaleza e vi muita coisa, mas nunca pensei em ver violência com minha filha em Portugal, afirmou Oliveira.

Oliveira diz que a filha já sofreu ameaças e xenofobia na escola. E o mesmo aconteceu com o filho menor. Os três, há cerca de quatro anos em Portugal, vivem sozinhos em Santarém, porque o marido e pai foi transferido para a França, onde trabalha na construção civil.

“Meus dois filhos sofreram insultos xenófobos e choraram quando ouviram ‘volta para tua terra’. Minha filha quer ir embora para o Brasil, sofre com o preconceito e pede socorro. Mas não penso em ir embora, penso que as coisas têm que mudar”, disse Oliveira.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Uma estudante brasileira de 14 anos foi agredida do lado de fora da escola onde estuda, em Santarém, na região do Ribatejo, em Portugal. As cenas violentas foram filmadas pelos alunos e disseminadas nas redes sociais. Alguns noticiários reproduziram o vídeo, que se tornou viral e chocou a população.

Uma das pessoas surpreendidas pela violência foi a mãe da vítima, a brasileira Lucélia Marília Oliveira. Segundo disse ao Portugal Giro, ela estava no restaurante onde trabalha quando foi alertada.

“Estava no restaurante e disseram: ‘Marília, olha a tua filha na TV’. Senti vergonha. Quando vi o vídeo, que já havia recebido sem saber que era minha filha, fiquei desesperada”, disse Oliveira.

Segundo Lucélia, a agressora é uma estudante portuguesa de outra escola e também teria 14 anos. A violência começou porque a portuguesa, filha de uma brasileira, teria ouvido um boato sobre a mãe.

Minha filha diz que inventaram fofoca sobre a mãe da agressora e, por causa disso, ela foi tirar satisfação. Ficou esperando a hora da saída, às 18h30, com uma amiga, que filmava enquanto ela batia”, declarou Oliveira.


Leia mais

Peru declara emergência de saúde devido a dengue

Hungria aprova entrada da Suécia na Otan


A agressora foi atrás da vítima, deu um tapa em seu rosto e, depois, consegue jogá-la na calçada. Imobilizada, a filha de Oliveira recebe uma sequência de socos no rosto. A mãe a levou para o hospital logo em seguida, a adolescente ficou com hematomas e não quer sair de casa, com vergonha.

A escola sugeriu que ela fique em casa. Oliveira disse que irá à delegacia com a filha. De acordo com ela, uma queixa já foi apresentada na última semana. Também haverá uma reunião na escola.

Nada teria acontecido se houvesse policiamento na porta das escolas. E se ela estivesse armada? Eu venho de uma favela de Fortaleza e vi muita coisa, mas nunca pensei em ver violência com minha filha em Portugal, afirmou Oliveira.

Oliveira diz que a filha já sofreu ameaças e xenofobia na escola. E o mesmo aconteceu com o filho menor. Os três, há cerca de quatro anos em Portugal, vivem sozinhos em Santarém, porque o marido e pai foi transferido para a França, onde trabalha na construção civil.

“Meus dois filhos sofreram insultos xenófobos e choraram quando ouviram ‘volta para tua terra’. Minha filha quer ir embora para o Brasil, sofre com o preconceito e pede socorro. Mas não penso em ir embora, penso que as coisas têm que mudar”, disse Oliveira.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]