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Groenlândia reage a ameaças dos EUA e promete reforço militar com a Otan

O governo da Groenlândia afirmou nesta segunda-feira (12/1) que pretende reforçar a defesa do território ártico no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e voltou a rejeitar qualquer possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da ilha. A declaração responde, mais uma vez, às manifestações do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o interesse estratégico dos EUA na região.

Em comunicado, o governo de coalizão destacou que a segurança da Groenlândia é uma responsabilidade compartilhada entre os países da Otan, da qual o território faz parte por meio do Reino da Dinamarca. Segundo o texto, não há qualquer cenário em que a ilha aceite ser controlada por outro país fora desse arranjo.

Trump tem defendido que os Estados Unidos deveriam exercer controle sobre a Groenlândia para impedir uma eventual expansão da influência da Rússia ou da China em uma área considerada estratégica e rica em recursos minerais. A proposta, lançada inicialmente em 2019, voltou a ser reiterada, apesar da resistência interna nos EUA e da rejeição de aliados.


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Ainda nesta segunda-feira, o comissário europeu para Defesa e Espaço, Andrius Kubilius, afirmou que uma eventual ação militar norte-americana contra a Groenlândia colocaria em risco a própria existência da Otan. A avaliação reforça a preocupação internacional com o impacto geopolítico de uma iniciativa desse tipo.

Território autônomo da Dinamarca, a Groenlândia avança gradualmente em direção à independência desde 1979, objetivo defendido por todos os partidos representados no Parlamento local. Em publicação nas redes sociais, o primeiro-ministro Jens-Frederik Nielsen ressaltou que as decisões da ilha são tomadas de forma democrática e com base no direito internacional.

*Com informações da CNN Brasil.

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O governo da Groenlândia afirmou nesta segunda-feira (12/1) que pretende reforçar a defesa do território ártico no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e voltou a rejeitar qualquer possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da ilha. A declaração responde, mais uma vez, às manifestações do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o interesse estratégico dos EUA na região.

Em comunicado, o governo de coalizão destacou que a segurança da Groenlândia é uma responsabilidade compartilhada entre os países da Otan, da qual o território faz parte por meio do Reino da Dinamarca. Segundo o texto, não há qualquer cenário em que a ilha aceite ser controlada por outro país fora desse arranjo.

Trump tem defendido que os Estados Unidos deveriam exercer controle sobre a Groenlândia para impedir uma eventual expansão da influência da Rússia ou da China em uma área considerada estratégica e rica em recursos minerais. A proposta, lançada inicialmente em 2019, voltou a ser reiterada, apesar da resistência interna nos EUA e da rejeição de aliados.


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*Com informações da CNN Brasil.

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