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Corpos de cinco esquiadores desaparecidos são encontrados mortos após avalanche nos Alpes suíços

Os cinco esquiadores desaparecidos desde o último sábado (9/3), nos Alpes suíços foram encontrados mortos na zona de Tête Blanche, onde provavelmente tentavam cavar um buraco na neve para encontrar abrigo contra o frio e tempestade.

As autoridades locais informaram nesta segunda-feira (11/3), que as buscas pela sexta pessoa desaparecida permanecem, apesar das más condições climáticas.


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Segundo apuração da ANSA junto de pessoas próximas dos socorristas, a hipótese é que as mortes possam estar ligadas à hipotermia, depois de o grupo ter perdido a orientação na nevasca.

Em entrevista coletiva, as autoridades suíças não esclareceram as causas da morte, mas ninguém citou a possibilidade de ser uma avalanche.

“Você sempre tenta manter contato, então também tem que olhar os meios que você tem disponíveis, infelizmente tem a questão da bateria” do telefone. “Tudo foi feito a nível humano, a nível de recursos. Tentamos o impossível. Às vezes temos que nos curvar à natureza”, explicou Christian Varone, comandante da polícia cantonal de Valais.

De acordo com ele, as equipes de resgate trabalharam “até aos limites extremos das suas possibilidades”, principalmente em decorrência das condições meteorológicas “catastróficas” do último fim de semana, com nevoeiro, vento, frio e perigo de avalanche.

A “esperança” é conseguir encontrar o esquiador desaparecido ainda vivo, apesar de ser “realista” quanto às condições da montanha, a 3,5 mil metros de altitude, nas últimas 48 horas.

A tempestade Monica nos Alpes trouxe rajadas de vento de até 190 quilômetros por hora acima de 1.800 metros. A procuradora-geral do cantão de Valais, Beatrice Pilloud, anunciou a abertura de uma investigação para esclarecer a tragédia.

Segundo Pilloud, as condições nas montanhas podem “mudar imediatamente” e “é importante não julgar as pessoas”, tendo respeito “por elas” e pelas “suas famílias”.

Os seis alpinistas suíços têm entre 21 e 58 anos, sendo cinco pessoas pertencentes da mesma família. Vários deles eram montanhistas experientes e alguns treinavam para uma prova de esqui de montanhismo de classe mundial marcada para abril.

*Com informações Ansa e UOL

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Os cinco esquiadores desaparecidos desde o último sábado (9/3), nos Alpes suíços foram encontrados mortos na zona de Tête Blanche, onde provavelmente tentavam cavar um buraco na neve para encontrar abrigo contra o frio e tempestade.

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“Você sempre tenta manter contato, então também tem que olhar os meios que você tem disponíveis, infelizmente tem a questão da bateria” do telefone. “Tudo foi feito a nível humano, a nível de recursos. Tentamos o impossível. Às vezes temos que nos curvar à natureza”, explicou Christian Varone, comandante da polícia cantonal de Valais.

De acordo com ele, as equipes de resgate trabalharam “até aos limites extremos das suas possibilidades”, principalmente em decorrência das condições meteorológicas “catastróficas” do último fim de semana, com nevoeiro, vento, frio e perigo de avalanche.

A “esperança” é conseguir encontrar o esquiador desaparecido ainda vivo, apesar de ser “realista” quanto às condições da montanha, a 3,5 mil metros de altitude, nas últimas 48 horas.

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Segundo Pilloud, as condições nas montanhas podem “mudar imediatamente” e “é importante não julgar as pessoas”, tendo respeito “por elas” e pelas “suas famílias”.

Os seis alpinistas suíços têm entre 21 e 58 anos, sendo cinco pessoas pertencentes da mesma família. Vários deles eram montanhistas experientes e alguns treinavam para uma prova de esqui de montanhismo de classe mundial marcada para abril.

*Com informações Ansa e UOL

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