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Primeira-ministra da França, Élisabeth Borne, pede demissão

Élisabeth Borne, primeira-ministra da França, pediu demissão nesta segunda-feira (08/01). O presidente Francês, Emmanuel Macron, aceitou o pedido de demissão

A primeira-ministra da França, Élisabeth Borne, pediu demissão nesta segunda-feira (08/01). O presidente Francês, Emmanuel Macron, aceitou o pedido e escreveu um agradecimento público em uma rede social.

Borne assumiu o cargo em maio de 2022. Ela foi a segunda mulher a chefiar o governo francês. Durante os 20 meses dela como primeira-ministra, o governo não teve maioria absoluta no Parlamento, e esse período foi marcado pelas discussões da reforma da Previdência e por um episódio de distúrbios urbanos.

Em dezembro, foi aprovada uma reforma das políticas para os imigrantes que foi considerada conservadora. Para obter apoio da direita, o governo de Macron tornou o texto das leis sobre imigrantes mais severas. Em sua carta de demissão, Borne, afirmou que é “mais necessário do que nunca seguir com as reformas“.


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Agora, o Parlamento francês precisará eleger um sucessor de Borne. Entre os possíveis nomes, o ministro da Educação, Gabriel Attal, aparece como favorito, segundo fontes próximas ao Executivo. Aos 34 anos, ele se tornaria o mais jovem chefe de governo da república francesa e o primeiro homossexual assumido a ocupar o cargo.

As eleições para o Parlamento Europeu em junho de 2024 servirão de termômetro para a remodelação. O partido de extrema direita Reagrupamento Nacional, de Marine Le Pen, lidera as pesquisas com 27% dos votos, seguido pelo partido de Macron, Renascimento (19%), de acordo com uma pesquisa da Opinionway em meados de dezembro de 2023.

 

*Com informações de CNN

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A primeira-ministra da França, Élisabeth Borne, pediu demissão nesta segunda-feira (08/01). O presidente Francês, Emmanuel Macron, aceitou o pedido e escreveu um agradecimento público em uma rede social.

Borne assumiu o cargo em maio de 2022. Ela foi a segunda mulher a chefiar o governo francês. Durante os 20 meses dela como primeira-ministra, o governo não teve maioria absoluta no Parlamento, e esse período foi marcado pelas discussões da reforma da Previdência e por um episódio de distúrbios urbanos.

Em dezembro, foi aprovada uma reforma das políticas para os imigrantes que foi considerada conservadora. Para obter apoio da direita, o governo de Macron tornou o texto das leis sobre imigrantes mais severas. Em sua carta de demissão, Borne, afirmou que é “mais necessário do que nunca seguir com as reformas“.


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*Com informações de CNN

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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