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Elon Musk anuncia que vai doar R$ 245 milhões por mês à campanha de Donald Trump

Com postagens e ações recentes, Musk rompeu tradição de outros líderes de empresas de redes sociais, que não se envolvem com política.

O bilionário Elon Musk anunciou que planeja destinar cerca de US$ 45 milhões mensais (cerca de R$ 245 milhões na cotação atual) para apoiar a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. No último final de semana, Trump foi alvo de um atentado durante comício na Pensilvânia, e foi ferido na orelha. Outras duas pessoas morreram no ataque, incluindo o atirador.

A informação foi divulgada pelo jornal norte-americano Wall Street Journal. Segundo o veículo, as doações de Musk serão destinadas a um grupo político chamado America PAC, focado em promover o registro de eleitores, o voto antecipado e pelo correio entre os residentes dos estados decisivos antes das eleições de novembro.

Nos últimos tempos, o bilionário tem reforçado cada vez mais seu apoio a Trump. 30 minutos após o atentado no sábado (13/7), Musk declarou apoio ao republicano pela rede social. “Eu apoio totalmente o presidente Trump e espero por sua rápida recuperação”, escreveu Musk no X, compartilhando um vídeo de Trump levantando o punho ainda no palco do comício.


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Já na segunda (15), Musk postou parabéns a Trump e chamou de “excelente decisão” a nomeação do senador J. D. Vance como vice dele na chapa republicana, anunciada na convenção nacional do partido. Trump discursou no evento, com um curativo na orelha.

Com suas recentes postagens e ações, Musk rompeu com a tradição estabelecida pelos líderes de outras grandes empresas de mídia social, nenhuma das quais apoiou um candidato presidencial. Essas medidas geram preocupação a respeito da imparcialidade das plataformas digitais no tocante a questões políticas.

Donald Trump, inclusive, foi banido do X, à época Twitter, após o motim no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021. Musk restaurou a conta do ex-presidente logo após comprar o site no final de 2022. Desde então, porém, Trump postou apenas uma vez, preferindo usar a sua própria rede social, chamada Truth Social.

Elon Musk tem 190 milhões de seguidores no X. Em 2020, o bilionário disse que votou em Joe Biden. Dois anos depois, ele postou que as pessoas deveriam votar nos republicanos nas eleições de meio de mandato. E nos últimos meses, Musk tem aumentado constantemente suas críticas a Biden em postagens no X.

Nos dias após o atentado, quando o X foi inundado de teorias da conspiração e a palavra “encenado” (staged) virou tendência (trending topics), Musk acusou executivos rivais de tecnologia e a mídia de usarem linguagem inflamatória que contribuiu para o ataque. Ele disse que o Serviço Secreto mostrou “extrema incompetência” ou, numa acusação sem provas, deixou o ataque acontecer deliberadamente.

Com informações de O Globo.

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O bilionário Elon Musk anunciou que planeja destinar cerca de US$ 45 milhões mensais (cerca de R$ 245 milhões na cotação atual) para apoiar a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos. No último final de semana, Trump foi alvo de um atentado durante comício na Pensilvânia, e foi ferido na orelha. Outras duas pessoas morreram no ataque, incluindo o atirador.

A informação foi divulgada pelo jornal norte-americano Wall Street Journal. Segundo o veículo, as doações de Musk serão destinadas a um grupo político chamado America PAC, focado em promover o registro de eleitores, o voto antecipado e pelo correio entre os residentes dos estados decisivos antes das eleições de novembro.

Nos últimos tempos, o bilionário tem reforçado cada vez mais seu apoio a Trump. 30 minutos após o atentado no sábado (13/7), Musk declarou apoio ao republicano pela rede social. “Eu apoio totalmente o presidente Trump e espero por sua rápida recuperação”, escreveu Musk no X, compartilhando um vídeo de Trump levantando o punho ainda no palco do comício.


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Com suas recentes postagens e ações, Musk rompeu com a tradição estabelecida pelos líderes de outras grandes empresas de mídia social, nenhuma das quais apoiou um candidato presidencial. Essas medidas geram preocupação a respeito da imparcialidade das plataformas digitais no tocante a questões políticas.

Donald Trump, inclusive, foi banido do X, à época Twitter, após o motim no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021. Musk restaurou a conta do ex-presidente logo após comprar o site no final de 2022. Desde então, porém, Trump postou apenas uma vez, preferindo usar a sua própria rede social, chamada Truth Social.

Elon Musk tem 190 milhões de seguidores no X. Em 2020, o bilionário disse que votou em Joe Biden. Dois anos depois, ele postou que as pessoas deveriam votar nos republicanos nas eleições de meio de mandato. E nos últimos meses, Musk tem aumentado constantemente suas críticas a Biden em postagens no X.

Nos dias após o atentado, quando o X foi inundado de teorias da conspiração e a palavra “encenado” (staged) virou tendência (trending topics), Musk acusou executivos rivais de tecnologia e a mídia de usarem linguagem inflamatória que contribuiu para o ataque. Ele disse que o Serviço Secreto mostrou “extrema incompetência” ou, numa acusação sem provas, deixou o ataque acontecer deliberadamente.

Com informações de O Globo.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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