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Em Moçambique, cheias dos rios mataram nove pessoas no sul do país   

Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas, na sequência das inundações que afetaram o sul de Moçambique há mais de uma semana, disse nesta terça-feira (02/04) o porta-voz do Conselho de Ministros do país, Filimão Suaze.

Suaze falava em conferência de imprensa no final da sessão semanal do Conselho de Ministros.

As “inundações urbanas” que assolaram a cidade de Maputo e os municípios da Matola, Boane e Xai-Xai destruíram totalmente 99 casas e parcialmente 173 casas, avançou o porta-voz do Conselho de Ministros.

As intempéries danificaram ainda totalmente 61 escolas e parcialmente 113, tendo afetado mais de 100 mil alunos e 800 professores.


Leia mais:

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Mais de 60 unidades de saúde também foram atingidas pelas cheias, destacou Filimão Suaze.

“O ótimo seria que tivéssemos zero óbitos, zero feridos, zero casas inundadas e zero estradas destruídas, mas em parte nenhuma do mundo se consegue fazer uma prevenção a 100%”, afirmou Suaze.

O Governo tem feito o seu “papel até ao limite daquilo que as condições permitem”, acrescentou.

Moçambique é considerado um dos países mais severamente afetados pelas alterações climáticas globais, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais durante a época da chuva.

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Nove pessoas morreram e sete ficaram feridas, na sequência das inundações que afetaram o sul de Moçambique há mais de uma semana, disse nesta terça-feira (02/04) o porta-voz do Conselho de Ministros do país, Filimão Suaze.

Suaze falava em conferência de imprensa no final da sessão semanal do Conselho de Ministros.

As “inundações urbanas” que assolaram a cidade de Maputo e os municípios da Matola, Boane e Xai-Xai destruíram totalmente 99 casas e parcialmente 173 casas, avançou o porta-voz do Conselho de Ministros.

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